Perseguição imperialista
Conversas com advogados teriam sido gravadas, impressão digital obtida de um vidro e até uma fralda de uma criança que o visitava foi alvo dos espiões.
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LONDON, ENGLAND - MAY 19: Julian Assange speaks to the media from the balcony of the Embassy Of Ecuador on May 19, 2017 in London, England.  Julian Assange, founder of the Wikileaks website that published US Government secrets, has been wanted in Sweden on charges of rape since 2012.  He sought asylum in the Ecuadorian Embassy in London and today police have said he will still face arrest if he leaves. (Photo by Jack Taylor/Getty Images)
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Matéria do jornal britânico The Guardian desta quarta-feira (30) mostra que, em sessão do julgamento de extradição para os EUA, na quarta-feira dia 23 de setembro, um ex-funcionário de uma empresa de segurança espanhola chamada UC Global revelou detalhes da espionagem contra Assange e pessoas que o visitaram.

No tribunal britânico onde ocorre o julgamento também foram revelados planos dos Estados Unidos de envenenar ou sequestrar Julian Assange da embaixada equatoriana em Londres.

Também foram escondidos microfones para monitoramento de conversas entre Assange e seus advogados.

 

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