Greve Nacional da Educação
Esses números alarmantes foram divulgados durante uma audiência pública virtual da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) que discutiu o cenário do retorno das aulas presencial
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Protocolos de segurança são ilusórias | G1

Com a suspensão das aulas há mais de três meses, em decorrência da pandemia de coronavírus, a sanitária continua provocando uma crise de saúde pública que ameaça também a vida das massas trabalhadoras. Contudo, há uma pressão para o retorno das aulas, infelizmente o Estado do Amazonas retornou suas aulas particulares faz um mês e a escola pública, o ensino médio a quase duas semanas.

Depois desse retorno foi feito o exame de corona vírus nos profissionais de Educação no Amazonas, o número de infectados subiu para 342, segundo dados da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM). O balanço foi divulgado pelo órgão, nesta terça-feira (25), isso mostra o crime contra os professores e estudantes da rede.

Esses números alarmantes foram divulgados durante uma audiência pública virtual da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) que discutiu o cenário do retorno das aulas presenciais no estado.

Apesar dos fatos e dos dados e das recomendações dos órgãos competentes, a secretária adjunta para a capital da Seduc, Arlete Mendonça, nega que há foco de contaminação nas unidades e que os protocolos estão sendo cumpridos nas unidades.

Os números são evidentes que houve uma escalada no número de infectados pelos profissionais de educação, não fizeram testagem em massa nos alunos e consequentemente em seus familiares. Outra denúncia é que falta nas escolas insumos como álcool em gel e demais produtos sanitizantes.

Essa política golpista e genocida de matança do povo pobre e trabalhador tem que ser barrada através da mobilização dos trabalhadores, pois a inércia das direções estão levando os trabalhadores a retornarem e ficarem doentes como no Amazonas.

É preciso que os professores façam uma assembleia e deflagrem uma greve por tempo indeterminado, para colocar em xeque a política de retorno as aulas que os patrões, os grandes tubarões do ensino pago, que afinal são os bancos e agora estão pressionando os governos municipais e estaduais, para que mantenham as escolas abertas, mesmo com um aumento exponencial dos casos de Covid-19.

É necessário também que os setores mais vanguardistas dos profissionais da educação organizem os comitês de luta dos educadores, superando suas direções que resolveram ficar em casa por tempo indeterminado e abandonar a luta da categoria. Somente com grandes mobilizações nas ruas e greves será possível barrar o retorno, a suspensão das aulas no Amazonas e ameaça à vida que paira sobre os educadores.

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