Terrorismo contra o povo: agindo como gangue, PM do Rio realiza operação de guerra nas comunidades

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Após a morte de um policial na noite do último sábado (05/01), a polícia do Rio de Janeiro iniciou uma campanha de guerra contra as comunidades da zona Norte do Rio.  Essa foi a primeira morte do ano do governo Witzel que divulgou nota de lamento: “O Rio de Janeiro acaba de perder mais um herói nesta guerra contra os terroristas nas ruas do nosso Estado. Quero manifestar meu mais profundo pesar pelo assassinato do soldado PM Mariotti e minhas condolências à família. Que Deus o abençoe e o receba. Como governador, a morte de um policial é como perder um filho. Vamos investigar este caso com todo o rigor e não vamos parar o combate ao crime até devolvermos a paz ao Estado” Após essa nota o governador Witzel inicia sua campanha terrorista contra a camada mais pobre do maravilhoso Rio de Janeiro.

Como pretexto da morte do policial, a “gangue terrorista” de Witzel utilizou de helicópteros e carros blindados para uma guerra contra  as comunidades de Arará, Mandela, Manguinhos, Morar Carioca, Bandeira 2 e CCPL. Até o momento, não houve nenhum resultado da super operação contra o crime organizado. O presidente ilegitimo Jair Bolsonaro  também fez uma nota de lamento em Twitter, dizendo: “Meu pesar à família de mais um PM assassinado no RJ, o soldado Mariotti. A caça aos agentes de segurança e o massacre dos cidadãos de bem sempre foram tratados como números. Legislativo, Executivo e Judiciário juntos, devem na lei, propiciar garantias para que o bem vença o mal”.

Tanto no discurso de Jair como no de Witzel fica claro que haverá retaliação contra a periferia do Rio. Com a desculpa de que essa operação é uma luta entre o “bem e mal”, Witzel acha que representa o “bem”. Vale lembrar que, logo após ser eleito, afirmou que “A polícia vai mirar na cabecinha e…fogo” além de pedir para Bolsonaro a permanência das forças armadas no Rio de Janeiro até outubro de 2019, o que deixa claro que a paz tão prometida pelo governador será o extermínio do povo periférico.