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Na última semana, foram divulgadas informações e acontecimentos que colocam a questão da privatização do ensino como uma ameaça ainda maior.

Sexta-feira, 16, o Banco Mundial enviou Rafael Muñoz Moreno, para realizar uma apresentação na Câmara de Comércio Espanhola em São Paulo. Muñoz é um dos economistas do Banco que entregaram relatório ditando para o Brasil acelerar a privatização das universidades, além de outros setores, colocando toda a economia brasileira sob domínio imperialista, e aprofundamento do arrocho salarial.

Contempla os planos do golpe, que foram anunciados já em dezembro de 2016 com a PEC 55, a “PEC do fim do mundo”, de congelamento de gastos públicos por 20 anos.

O período de quase dois anos de golpe de Estado foi para “deixar morrer” todos os serviços públicos. Junto a isso, ainda vivenciamos uma campanha golpista e hipócrita contra a universidade pública.

Na Universidade Tecnológica do Paraná, no dia 13, a Polícia Federal realizou uma operação para averiguar indícios de desvio de dinheiro.

Mais uma vez, com a história da corrupção. O golpe todo tem se baseado nessa mesma acusação para perseguir, prender e humilhar pessoas sem provas. Sendo os principais acusadores, mais cedo ou mais tarde, aí sim comprovados, como grandes e verdadeiros corruptos. Tem sido dessa forma, com uma lista que só cresce de políticos que disseram “sim” ao impeachment contra Dilma Rousseff, além dos “justiceiros” da operação Lava Jato.

Com esse conjunto de acontecimentos a APUFPR declarou que o verdadeiro objetivo do momento é o golpista Michel Temer dar a cartada final contra as universidades públicas. E que, na contramão de toda a campanha difamatória do ensino superior público, as universidades privadas não possuem conhecimento relevante.

Importante retomar a pesquisa disponibilizada pela Clarivate Analytics, divulgada em janeiro desse ano, em que todas as vinte universidades que mais produzem pesquisa e conhecimento científico relevante no país são públicas.

Esse período do ano, em muitas universidades contempla as primeiras semanas de aulas. Importante que os diretamente interessados na universidade, estudantes veteranos, calouros, de pré-vestibular, debatam e promovam atividades massivas para se contrapor a um futuro extremamente ameaçado, no caso muito próximo, de entrar, permanecer e concluir a universidade e ingresar no mercado de trabalho.

Como um exemplo da gravidade da situação, durante a crise capitalista de 1929, bancos foram fechados e milhões de pessoas perderam o dinheiro que tinham guardado. Nada impede que os golpistas, percebendo a falta de reação ao golpe, fechem, sem exagero, a qualquer momento as universidades e só reabram cobrando altas matrículas.

Imperativo e urgente lutar contra o golpe todos os setores da sociedade. Nas universidades nacionais e internacionais vários cursos a respeito do golpe de 2016, que vivemos, estão obtendo bastante adesão e se espalhando. Mas, o debate não pode se restringir a sala de aula. É necessário montar comitês estudantis contra o golpe em todas as universidades do país para impedir que os golpistas destruam o ensino superior.

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