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Em tempos de golpe de Estado fica difícil exigir, dos que tomaram o poder, qualquer mínima obediência a leis, por mais simples que sejam. Vale para a política, em que os golpistas colocam em marcha todo o tipo de ilegalidade e arbitrariedade para passar por cima dos seus inimigos políticos, e vale também para a economia, que é violada sem maiores cerimônias quando se trata de atacar  as condições de vida do povo.

Foi assim com o “aumento” do salário mínimo aprovado por Michel Temer logo no início do ano. Um reajuste de R$ 17,00 ou 1,81%, subindo o mínimo de R$ 937,00 para R$ 954,00. Nenhuma novidade na miséria, mas o que chamou a atenção foi o reajuste abaixo da inflação, que fechou o ano em 2,07%. Isso, sem levarmos em conta as maquiagens do governo para abaixar a inflação. Temer conseguiu a proeza inclusive de ajustar abaixo do que o próprio Congresso Nacional havia aprovado para 2018, que era de R$ 965,00.

O cálculo do salário mínimo, segundo a regra, deve ser feito com base na inflação segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que foi de 2,07% e o crescimento do PIB. Como o PIB no último ano foi negativo, o cálculo do mínimo deveria ser baseado apenas na inflação.

Esse cálculo é garantido por lei pelo menos até 2019. Mas o que é a lei para os golpistas principalmente quando se trata de passar por cima dos direitos do povo trabalhador? Nada.

E assim, atacando as condições de vida mais básicas do povo, os golpista preparam o país para voltar ao mapa da fome.

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