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A possível candidatura de Michel Temer à Presidência enfrenta resistências não apenas em partidos da base aliada do governo, mas no próprio MDB. Defendida nos bastidores por ministros que ocupam gabinetes no Palácio do Planalto, a estratégia para lançar Temer ganhou os holofotes depois que o governo anunciou a intervenção na segurança pública do Rio.

A Executiva Nacional do MDB se reuniu nesta quarta-feira, 21, quando pode ser ouvido do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, a mais declarada adesão à defesa da reeleição de Temer, que não poupou palavras para expressar o seu apoio ao Presidente golpista Temer, argumentando, de forma doentiamente otimista, que o presidente tem “todas as chances” de ganhar.

Doentiamente, pois os índices mostram que o governo golpista de Michel Temer é ruim ou péssimo para 70% da população brasileira. O índice, registrado pela pesquisa Datafolha realizada nos dias 29 e 30 deste mês, mostra que sua reprovação se manteve estável nos últimos dois meses, oscilando apenas em um ponto percentual em comparação com o registrado no fim de novembro.

Em todo o país, apenas 6% dos entrevistados consideram seu governo bom ou ótimo —em novembro, eram 5%—, é o que se pode chamar de margem de erro.

No panorama eleitoral, a pesquisa mostrou que a impopularidade de Temer se refletiria nas urnas se o emedebista decidisse se candidatar. Segundo o Datafolha, o presidente golpista aparece com apenas 1% das intenções de voto num cenário em que disputasse com Lula (PT), Jair Bolsonaro (PSC), Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT).

Diante da defesa do ministro Carlos Marun, o presidente do MDB e líder do governo no Senado, Senador Romero Jucá, ouviu a defesa feita por Marun, e reagiu dizendo que o partido trabalha para ter candidato próprio à Presidência, mas citou outros nomes além de Temer, incluindo o do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que poderá ser o mais novo filiado ao PMDB.

Mesmo assim, ao que tudo indica, o Palácio do Planalto arregaça as mangas e começa a fazer a campanha da reeleição, negociando, para isso, os cargos que tem na mão. Com mais um ano pela frente, e levando em conta que o Planalto dispõe para as articulações dos ministérios da Saúde, das Cidades e da Agricultura, além da Caixa Econômica Federal., ele busca seus aliados declarados, tudo com base no “ou me apoia ou cai fora”.

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