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FILE PHOTO: Brazil's interim President Michel Temer (R) talks with Senator Aecio Neves during a ceremony where he made his first public remarks after the Brazilian Senate voted to impeach President Dilma Rousseff, at the Planalto Palace in Brasilia, Brazil, May 12, 2016.       REUTERS/Ueslei Marcelino/File Photo
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Da redação – Os tucanos participaram do golpe que derrubou Dilma Rousseff desde o início. Em 2014, Aécio Neves, o tucano derrotado pelos petistas nas eleições, sequer reconheceu o resultado eleitoral, alimentando o golpismo contra o governo Dilma antes mesmo do início do segundo turno. Em 2016, o próprio Aécio posou ao lado de Michel Temer no dia da posse dos golpistas.

Além do apoio ao golpe e de fotos para comemorar o golpe no dia da formação do governo golpista, os tucanos efetivamente participaram diretamente do governo Temer. José Serra foi ministro das Relações Exteriores, Bruno Araújo foi das Cidades, e Antônio Imbassahy (que gosta de tomar seu café adoçado com açúcar) foi da Secretaria de Governo.

Eis que hoje (13), depois desse histórico de relações com o governo golpista, e de participação direta nele, o candidato Geraldo Alckmin aparece em uma entrevista ao jornal O Globo dizendo que “o PSDB não tem nada a ver com esse governo, totalmente distanciado do povo”. A única parte dessa declaração que é verdade é a seguinte: “distanciado do povo”. Mais precisamente: odiado pelo povo.

O governo Temer é mais tucano do que qualquer outra coisa, mesmo sem os ministros do PSDB. É um governo tucano. Alckmin e Temer têm o mesmo programa golpista. Se os golpistas conseguissem eleger Alckmin na grande farsa eleitoral que está se desenrolando, seria para continuar o governo Temer, acrescentando mais repressão para tornar isso possível. A manobra consiste justamente em “eleger” um programa que os trabalhadores rejeitam.

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