Pressão da elite:
A burguesia, ciente da deterioração das condições de vida da população já teme uma revolta popular sem precedentes.
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Fila em frente a uma uma agencia da Caixa para receber o auxílio emergencial. | Fotos: Adenir Britto/CMSJC

Apesar do posicionamento contrário ao fornecimento de qualquer benefício social durante o período da pandemia, o Ministério da Economia diz avaliar a extensão do auxílio emergencial até dezembro de 2020. O motivo seria a forte pressão política que a equipe vem sofrendo.

 

Essa pressão que o governo golpista alega estar sofrendo é na verdade uma pressão da burguesia que ciente da deterioração social e da degradação das condições de vida da população, teme uma explosão popular sem precedentes.

 

As crises econômica e sanitária deixaram milhares de pessoas desempregadas e algumas têm no baixíssimo valor do auxílio a única fonte de renda para sobreviver.

 

A intervenção do Estado foi necessária para evitar uma revolta que era iminente. Com a previsão de duração de apenas seis meses e valor inicial de apenas R$200,00 como era a proposta original do Ministério da Economia, o auxílio já foi prorrogado por mais dois meses e acabaria agora em agosto.

 

O governo golpista de Bolsonaro que já foi contra a primeira prorrogação e inicialmente era até contra a medida, está diante de um impasse. Ou estende o auxílio às camadas mais pobres ou assistirá além dos mais de 100 mil mortos, uma verdadeira convulsão social no país. Daí que essa pressão das elites se faz oportuna, uma tentativa desesperada da classe burguesa de adiar o inevitável.

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