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Em 2014 ocorreu um golpe na Ucrânia. O então presidente do país foi derrubado com base em denúncias de corrupção. Basicamente, a propaganda golpista foi feita da mesma maneira que no Brasil, sendo que lá a liderança neo-nazista foi mais visível – apesar de essencialmente serem grupos parecidos com MBL, que apoiam a censura, o linchamento e, supostamente, a “moralidade”.

Entretanto, apesar da propaganda anti-corrupção da direita, não só a corrupção não acabou (diversas denúncias estão surgindo contra o novo governo ucraniano) – e também não diminuiu – mas o objetivo real foi atingido: o País hoje em dia tem um dos mais baixos salários e uma economia parecida com a de El Salvador e a Líbia (após a invasão norte-americana).

Percebe-se então a semelhança com o golpe apoiado pelos neonazistas na Ucrânia e o golpe no Brasil (que teve participação dos grupos fascistas do País). A propaganda contra a corrupção apenas era uma fachada para conquistar a classe média histérica. Na verdade, os golpes imperialistas sempre necessitam de um pretexto moral para fazer o trabalho sujo.

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