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Pelo menos três centenas de militantes dos movimentos sociais e partidos políticos como o PT e o PCO participaram do ato-manifestação na Praça do Três Poderes, em Brasília, durante o julgamento do habeas corpus preventivo do ex-presidente Lula, no último dia 22.

Assim como ocorreu em dias anteriores, o grande aparato militar presente no local fez uma barreira entre os militantes de esquerda e um pequeno grupo com cerca de 30 a 40 fascistas. Em determinado momento, a direita ameaçou inflar um balão com a caricaturas de Lula como presidiário – o “Pixuleco” -, do ex-ministro José Dirceu e do ministro do STF Gilmar Mendes. No entanto, diante da reação de repúdio que se formou entre militantes presentes, inclusive com a tentativa de rasgar o boneco, a própria PM, para proteger os fascistas, se antecipou ao conflito iminente e “exigiu” que os fascistas esvaziassem o balão.

Pelo aparato repressivo que havia no local, a expectativa dos órgãos de segurança era de que houvesse uma participação massiva dos movimentos sociais, o que mais uma vez não se verificou, diante da falta de um trabalho mais amplo de convocação. Ao mesmo tempo, um setor da esquerda se concentrou nas atividades do FAMA – Fórum Alternativo Mundial de Água –, que foi finalizado em Brasília na tarde do ato no STF com passeata que teve como destino protestar em frente à Rede Globo de Televisão; dividindo o que poderia ser uma mobilização unitária contra a condenação de Lula e contra o golpe.

Dessa forma esses setores adotam a política que domina a esquerda pequeno burguesa de evitar uma luta contra o golpe e pulverizar as mobilizações contra os efeitos da política golpista. Como se, por exemplo, a prisão de Lula e os problemas socioambientais que ocorrem no Brasil, aprofundados em escala exponencial a partir do golpe, inclusive com a ameaça de privatização da água, não tivessem relação direta.

Evidencia-se o impasse da campanha contra o golpe e contra a prisão de Lula. A negativa sistemática em colocar o povo na rua. A crença de ver o golpe de Estado ser resolvido via STF, a mesma instituição que foi peça chave na execução do golpe.

É de fundamental importância a realização de atos massivos em Brasília e em todo o País, no dia 04/04, data em que STF julgará o mérito do habeas corpus do ex-presidente e que definirá a sua prisão.

Sem dúvida que atos com a presença de dezenas de milhares de pessoas podem ter um efeito sobre o plenário do STF, mas acima de tudo, essas manifestações devem ser uma demonstração de força dos trabalhadores e da juventude e de suas organizações de luta, capazes de impulsionarem uma mobilização massiva que impeça a prisão de Lula e derrote o golpe.

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