Defesa pedia federalização
Família da vereadora assassinada temia que federalização permitisse interferência de Bolsonaro nas investigações.
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Vereadora do PSOL-RJ foi morta por em março de 2018 | Foto: Arquivo/PCO

Superior Tribunal de Justiça decidiu manter a investigação do assassinato político da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) sob responsabilidade do estado do Rio de Janeiro. A defesa dos acusados pela morte da vereadora psolista havia solicitado, em setembro de 2019, que a Polícia Federal assumisse as investigações do homicídio. Já a família da ex-vereadora temia que a federalização do caso permitisse a interferência de Bolsonaro na investigação.

Pelo Twitter, a irmã de Marielle, Anielle Franco, declarou: “Vou até refazer o tt: ambos os advogados dos possíveis executores querem e pedem a federalização do caso da minha irmã! Querem que eu desenhe agora?”

Na mesma rede social, o Instituto Marielle Franco comentou o caso com uma postagem: “VITÓRIA! Por 5×0 no STJ a federalização do caso Marielle e Anderson já está NEGADA! Foram mais de 150 mil pessoas e mais de 200 organizações da sociedade civil assinando contra a federalização, e inundamos as redes com a hashtag #FederalizaçãoNão
Não temos como agradecer o apoio!”

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