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Além de rebaixar os salários, com o aumento do desconto para a Previdência através da reforma da previdência de São Paulo (Sampaprev), os quais já estão “congelados” há vários anos, o governo de Bruno Covas (PSDB) impôs – com a capitulação da diretoria (pró-Dória) do Simpeem, uma reposição de aulas da última greve, que vai deixar milhares de trabalhadores da Educação com poucos ou nenhum dia de férias no mês de julho.

Trata-se de uma medida de perseguição aos grevistas, um verdadeiro regime de escravidão que visa aumentar a fadiga e o stress da categoria para o segundo semestre, transformar a vida dos professores e funcionários em um verdadeiro inferno.

Essa medida mostra o caráter ditatorial do governo e a necessidade de enfrentá-lo com uma mobilização unitária, uma greve geral dos trabalhadores da Educação do Estado e dos Municípios, como parte da luta geral que está se travando em todo o País, contra o governo golpista de Bolsonaro e todos os golpistas.

O governo Bolsonaro, com os seus comparsas do PSDB, desde o início, foi marcado por uma ofensiva generalizada contra praticamente todos os direitos conquistados pelos trabalhadores. Desde o direito à aposentadoria, passando pelo controle das riquezas naturais até o direito à educação e à saúde públicas.

O trabalho nas férias cria uma situação insustentável nas Escolas, sendo um ataque também aos alunos e pais das escolas municipais. Além de lutar pela direito às férias e ao descanso, também em julho, para educadores e alunos, é preciso se colocar contra a política de bônus e exigir 100% de reposição das perdas salariais para toda a categoria.

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