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Guerra contra o povo

SP: povo se revolta após polícia assassinar morador da Zona Sul

Mais uma vez a ação criminosa foi cometida por policiais civis, o que mostra que não se trata simplesmente de algo que possa ser resolvido pela chamada “desmilitarização”.

Após o assassinato, manifestantes atearam fogo em um ônibus – Foto: Reprodução

Nesta sexta-feira (14), policiais da DEIC (Delegacia Especializada de Investigações Criminais) da cidade de São Bernardo do Campo assassinaram um homem na avenida Guido Caloi, que fica na zona sul da capital de São Paulo.

Segundo afirma a imprensa burguesa, que sempre veicula a versão mentirosa da polícia, tudo teria ocorrido quando os policiais civis foram realizar uma intimação na região e se depararam com dois indivíduos em uma viela. Um desses indivíduos supostamente teria apontado uma arma e foi morto. 

Entretanto, digamos de passagem, que a versão dos policiais diz que os “meganhas” descobriram depois que se tratava de um simulacro de pistola, e não de uma arma real. Essa informação (tomemos ela como verdadeira) é, para dizer o mínimo, surpreendente. A pergunta que não quer calar: embora se possa fazer qualquer coisa em um momento de desespero, não é estranho que alguém aponte um simulacro para um grupo de policiais, que certamente estão portando armas de verdade? Como não temos provas e, diferentemente da polícia e do Ministério Público, não é nosso costume inventá-las, julgamos prudente apenas questionar e não afirmar. Mas, sigamos…

A morte do “perigoso meliante” que portava uma arma de mentira, como era de se esperar, gerou revolta em dezenas de pessoas, que afirmam que o homem era inocente. Eles se manifestaram com a devida revolta e queimaram um ônibus. A Polícia Militar dispersou os manifestantes e prendeu três pessoas que estavam com coquetel molotov, sendo que o restante fugiu para uma comunidade nas proximidades. No confronto um policial foi ferido com uma pedrada.

O assassinato ocorre poucos dias depois da chacina na favela do Jacarezinho, no Rio de Janeiro (RJ), evento bárbaro que vitimou 28 pessoas. Protestos como esse que ocorreu após o assassinato desse homem em São Paulo (SP) são um sinal de radicalização do povo, que está cansado de ser continuamente massacrado pelo aparato de repressão do Estado, verdadeira máquina de guerra contra o povo pobre e trabalhador. Isso significa que há uma tendência, no seio da população, à revolta social.

Também é necessário destacar que mais uma vez a ação criminosa foi cometida por policiais civis, o que mostra que não se trata simplesmente de algo que possa ser resolvido pela chamada “desmilitarização”, ideia constantemente propagada pela esquerda pequeno-burguesa. Todas as polícias são instrumentos de repressão contra a classe trabalhadora e dessa forma precisam ser vistas. A única solução possível é o fim do aparato repressor do Estado e a formação de comitês de autodefesa organizados e controlados pela própria população.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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