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O sindicato patronal das escolas de educação básica quer acabar com os principais direitos que compõe a Convenção Coletiva dos Professores do Estado de São Paulo como a garantia semestral de salários, isonomia, recesso, mudança de carga horária entre outros. No ensino superior, os capitalistas da educação querem acabar com o plano de saúde dos professores.

A intenção dos mercadores do ensino pago contra os professores é “adequar” a Convenção Coletiva à reforma trabalhista, impondo absurdos ataques como a contratação precária e desregulamentada. O objetivo é reduzir as garantias coletivas e dar aval para ataques criminosos contra os professores, deixando na mão de cada patrão de escola fazer sua própria “legislação”.

A Convenção Coletiva é uma conquista dos trabalhadores e regulamenta as relações de trabalho nas escolas e protegendo os professores. É através da Convenção Coletiva que se garantem os direitos de uma categoria como: férias coletivas, hora-atividade, piso salarial, garantia semestral de salários, jornada de trabalho, duração da hora-aula, estabilidade no emprego há 24 meses da aposentadoria, cálculo dos salários, entre outros.

Para se defender dos ataques o sindicato dos professores do Estado de São Paulo, o Sinpro-SP está convocando os professores para assembleia em sua sede, no próximo dia 10/03/2018 contra o desmonte das garantias trabalhistas.

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