SP: falta até papel higiênico nas escolas

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Com quase três anos do golpe que derrubou a presidenta eleita Dilma Rousself e depois da eleição fraudulenta de Jair Bolsonaro, o ataque à educação se intensifica em todo o Brasil.

Nas escolas paulistas, a falta de material de todos os tipos, sulfite, papel higiênico, papel crepom, papel toalha, tem causado desanimo entre os professores, pois cada dia cobra-se mais dos educadores e oferecem menos materiais nas escolas.

A falta de impressoras também atrapalha a emissão de documentos e a realização de atividades e provas bimestrais.

Para esconder a responsabilidade do governo, os setores mais reacionários da burocracia da Educação, cobra muito que os professores ministrem aulas dinâmicas e diversificadas, mas sequer são oferecidas condições elementares para o funcionamento regular do processo de ensino aprendizagem.

Trata-se de uma escola arcaica, pois não possui laboratórios, computadores, impressoras e outros equipamentos extremamente necessários, mas que acabam parecendo “artigos de luxo” diante da situação em que falta até papel higiênico e copo descartável. Uma política consciente dos governos golpistas e inimigos do ensino público.

Somente com a mobilização da comunidade escolar para barrar todos os retrocessos que estão se intensificando com a política de rapina dos golpistas.