Colapso da Saúde
Enquanto País ultrapassa 250 mil mortos, sua maior cidade enfrenta situação dramática, resultante da política genocida dos “científicos” como Covas e Doria, ambos do PSDB

Por: Redação do Diário Causa Operária

Nesta última segunda-feira (22) foi declarada a falência da política de enfrentamento à Covid-19 no estado de São Paulo. O número de pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) chegou à astronômica cifra de 6.410 pessoas. O pico da pandemia até então era de 6.257 pacientes internados um UTI’s em julho de 2020.

Essa situação é resultado do descaso dos governos “científicos” do prefeito Bruno Covas e do governador João Doria, ambos do PSDB. Em pleno agravamento da pandemia, eles desfizeram hospitais de campanha e sucatearam os hospitais públicos.

No controle da maior cidade e estado do País, respectivamente, os tucanos nunca testaram a população, não deram condições de assistência médica e mantiveram funcionando a todo o vapor, a maior máquina de transmissão do coronavírus no País: o transporte público em São Paulo, especialmente nas estações de metrô! Logo, não é por acaso que mais pessoas têm sido contaminadas com o vírus, a sobrecarga no sistema de saúde faz o atendimento aos contaminados ser mais tardio, o que aumenta ainda mais a pressão da necessidade de internamento em UTI’s, que estão na sua pior situação de lotação desde julho de 2020.

Os governos de Covas e Doria deveriam ser responsabilizados criminalmente pela situação, junto com o governo Bolsonaro, uma vez que, até o momento, não apresentaram nenhuma proposta concreta de combate à situação causada pela pandemia. Pelo contrário, a única coisa que os “científicos” fizeram foi demagogia com um suposto isolamento social – que só atingiu uma pequena e seleta parcela da população – e com uma campanha de vacinação que só existiu na peça de propaganda do governador, que gravou um vídeo com a 1ª pessoa vacinada. O fato é que o País não passa de 1% da população imunizada, ou seja, que recebeu 2 doses da vacina de Doria, a CoronaVac, que tem apenas 50% de eficácia. Como se não bastasse, há pessoas que receberam a 1ª dose e antes mesmo de receber a 2ª já foram infectadas pelo coronavírus.

A saída mais óbvia para a situação que os golpistas, tanto os “científicos” quanto os “negacionistas”, colocaram o País, é a vacinação em massa da população. No entanto, isso só ocorrerá caso a população, organizada, obrigue os governos a fazê-lo. Ao invés da vacinação a conta gotas, é necessário fornecer as condições para a produção em massa das vacinas no País, é preciso liberar a utilização de mais vacinas. É um absurdo que o País tenha sido colocado refém da vacina de Doria (CoronaVac), que é uma das mais caras e de menor eficácia, enquanto a vacina russa, Sputinik V, por exemplo, uma das primeiras a ser produzida, tem 90% de eficácia, mas até agora não foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

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