Briga entre raposas felpudas
FIlipe Sabará do Novo, puxadinho do PSDB, é enxotado do partido por intrigas envolvendo dinheiro da campanha eleitoral. A direita raspa o tacho do estado com um candidato fantasma!
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Novo
Fundador do Novo, João Amoedo demitiu o candidato do partido à prefeitura de SP | Foto: Jeso Carneiro

O empresário Filipe Sabará foi expulso do Novo, partido pelo qual ele era candidato à Prefeitura de São Paulo até o último 21/10. Isso mostra que a direita se divide até mesmo em tempo de eleições, de fato, o que é não é um racha, mas um desacordo entre raposas interessadas unicamente em ver quem pega primeiro seu quinhão, e quanto maior melhor. Ou seja, no seu jogo de cada um por si o que vale é a força. Mesmo contra um “companheiro” de “partido”.

Sobre alegações de “inconsistências no currículo”, Sabará foi expulso do Novo, a expulsão veio logo após a suspensão dos direitos de filiação do candidato pelo conselho de ética interno ao partido. Indignado, apelou à justiça por meio do TSE que o permitisse continuar a campanha eleitoral apesar da cassação. Após a expulsão definitiva, segundo o comunicado oficial, afirmou à imprensa que continuaria sua campanha pois sua candidatura foi deferida pelo TRE e pelo TSE.

É preciso explicitar algumas coisas: a situação inusitada e até impensável demonstra o desespero da direita “civilizada” pela promoção nas eleições. Outra questão é a natureza individual da burguesia que, sempre que possível, disputa até mesmo entre si. É impossível a constituição de um verdadeiro partido, de um programa que não seja o da miséria, escravidão e caos que sustenta a burguesia decadente hoje.

Não é preciso muito para entender que a razão para expulsão não foi o resultado de um ato de justiça de um comitê composto por bons políticos de um partido honesto. Pelo contrário, foi um desacordo entre figurões da burguesia que usam de comitês compostos por desconhecidos em um partido que é um puxadinho do PSDB.

É claro que como no caso do PSL, o Novo é um partido burguês acessório. A importância do partido é aquela que a burguesia concede a ele. O PSL foi a base para reunião do eleitorado direitista após o golpe de estado. No caso, o Novo só serve para as negociações eleitorais do Itaú. É um partido sem voto que não tem força própria. E enquanto a direita faz a defesa ideológica de desprezar o fundo eleitoral, os políticos burgueses raspam o tacho do estado. No mais, essa política é a de permitir o carreirismo da direita, a despeito dos carreiristas iludidos da esquerda pequeno-burguesa.

Não é difícil imaginar portanto o porquê de ser descartado tão facilmente: um candidato sem voto, sem nenhuma representação ou expressão própria. Realmente, fazendo jus ao nome, o Novo inovou na forma de limpar os fundos partidários enxotando um candidato inexistente na prática. Vemos que a direita vive um clima de desespero total e está pressionada na “luta” pela estabilidade política do regime golpista. Mais do que nunca, precisamos reforçar a palavra de ordem mais popular do Brasil! Pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas! É preciso mobilizar o povo contra seus algozes já!

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