Em decorrência do coronavírus
Mulher de 55 anos, sobrevivente da guerra síria mas acabou morrendo em São Paulo infectada pelo coronavírus
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Foto: Arquivo pessoal
Khadouj Makhzoum com o filho, Abdulbaset Jarour. Escapou do imperialismo na Síria mas não no Brasil | Reprodução: Arquivo pessoal

Khadouj Makhzoum, imigrante síria de 55 anos, é uma das vítimas fatais do coronavírus em São Paulo. Tendo sobrevivido à guerra na Síria, onde mercenários apoiados pelo imperialismo levaram o país a um conflito responsável por mais de 380 mil mortos entre civis, além de um contingente superior a 11 milhões de refugiados, entre os quais o filho Abdulbaset Jarour, de 30 anos radicado em São Paulo no ano de 2014.

Oriundos da cidade de Aleppo, uma das mais devastadas na guerra, Abdul conseguiu trazer a mãe finalmente em 2018, porém, com a saúde muito deteriorada em decorrência dos traumas físicos e psicológicos da guerra. Segundo o filho, Khadouj acabou contraindo o coronavírus após precisar de tratamentos hospitalares.

O estado de São Paulo é o epicentro da pandemia no país, com 111.296 casos de contágio confirmados e 7.667 óbitos. É consenso que os casos sofrem de uma expressiva subnotificação, que tornam as estatísticas oficiais muito distantes da realidade do contágio no país.

 

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