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Da redação – Este diário, bem como toda a imprensa do Partido da Causa Operária (PCO) vem alertando há muito tempo a escalada golpista e de extrema-direita que toma conta do país, com a passividade da esquerda de conjunto.

Uma das consequências dessa escalada é, como já temos visto, o ataque frequente e sistemático contra as organizações de esquerda e do movimento popular. Ataques contra sindicatos, simpatizantes e militantes de esquerda vêm ocorrendo desde 2013. Nestas eleições ficou claro o assanhamento da extrema-direita, agredindo e mesmo assassinando mulheres, negros, homossexuais, ativistas, etc.

O próprio Estado, com seus organismos de repressão, aumenta o cerco. Com a eleição fraudulenta de Bolsonaro a tendência é o aprofundamento da repressão contra toda a esquerda. O próprio político fascista prometeu, durante sua campanha eleitoral, exterminar a esquerda do país e categorizar o MST e o MTST como organizações terroristas.

A historiadora francesa Maud Chirio, que pesquisa sobre a direita brasileira, em entrevista ao jornal golpista Folha de S. Paulo, alertou sobre a concretização dessas promessas de Bolsonaro.

Ela afirmou que esse discurso de Bolsonaro não pode ser caracterizado como “excessos pontuais” que deverão ser corrigidos, “mas, sim, uma retórica recorrente a indicar que ele não aceitará a sobrevida política de uma oposição de esquerda, o que já basta para caracterizar como não democrático o regime que vai se instaurar em janeiro de 2019”.

“Para mim, no dia 3 de janeiro de 2019, o MST e o MTST serão declarados organizações terroristas. No começo de fevereiro, o PT vai ser interditado. Haverá um expurgo na administração pública, que já está em preparação. Só não vê quem não quer”, disse.

A esquerda e seus movimentos de luta, como os citados pela pesquisadora, que estarão na mira do governo de extrema-direita, bem como a CUT, os sindicatos, todos os outros movimentos do campo e de moradia, devem se unir concretamente para enfrentar a repressão que virá.

É preciso ampliar os Comitês de Luta Contra o Golpe e construir Comitês de Autodefesa. Também é preciso convocar imediatamente o Congresso do Povo e participar da 2ª Conferência Nacional de Luta Contra o Golpe e o Fascismo, organizado pelo PCO e pelos comitês, que ocorrerá nos dias 8 e 9 de dezembro, a fim de estabelecer um programa e uma agenda de lutas para o próximo período.

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