Luta metalúrgica
A política de audiência pública na Assembleia Legislativa contra as demissões na Embraer é um beco sem saída para os trabalhadores
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Embraer | Foto: Reprodução

Nessa última sexta-feira (11) este Diário noticiou a política pelega da direção do Sindmetalsjc (Sindicatos dos Metalúrgicos de São José dos Campos), da CSP/Conlutas/PSTU, em relação às 2.500 demissões que estão sendo realizadas pela direção da Embraer.

No artigo nos referimos à política pelega dessa direção que, ao invés de organizar uma verdadeira mobilização, com greve, ocupação, etc., trocou os métodos tradicionais das lutas da classe operária por audiência de mediação no reacionário Tribunal Regional do Trabalho (TRT), ação na Justiça e “pressão”, através de cartas ao presidente ilegítimo/fascista Bolsonaro e, os igualmente, fascistas/golpistas governador João Doria (PSDB), aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM), e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), pedindo agendamento de reunião para discussão sobre a demissão em massa realizada pela Embraer.  

Agora, depois de entregar de bandeja a demissão dos 2.500 metalúrgicos, sem nenhuma luta concreta para reverter a situação, o sindicato dirigido pela CSP/Conlutas, que vem, há muito tempo deixando os trabalhadores na mão, em relação aos brutais ataques dos dirigentes da Embraer e do governo golpista do fascista, Jair Bolsonaro, mais uma vez, utiliza-se de medidas típicas dos pelegos e envia pedido, à reacionária Assembleia Legislativa, controlada pelos direitistas da pior estirpe, por uma audiência pública na Câmara Municipal de São José dos Campos.

Nessa audiência pública têm como o seu convidado “ilustre” nada menos que o personagem não grata da categoria: o presidente da Embraer, Francisco Gomes Neto; isso mesmo…, o convidado é o mesmo que vem desenvolvendo uma política de terra arrasada na empresa, que tem como um dos objetivos privatizar, esse que é um dos maiores patrimônio do povo brasileiro, e responsável pelas milhares de demissões.  

A política da direção do Sindmetalsjc de abandonar os métodos tradicionais de luta da classe trabalhadora e, em substituição, recorrer às instituições reacionária da burguesia é um beco sem saída para os trabalhadores.

Somente a luta real da classe operária poderá impedir as demissões e o processo de destruição nacional realizado pela direita golpista. Para isso é necessário radicalizar nas mobilizações contra a ofensiva reacionária da direita fascista através de greves massivas, ocupações, etc., mobilizar os trabalhadores e toda a população contra as privatizações e impedir as milhares de demissões. Levantar a palavra de ordem que unifica todos os trabalhadores pelo fim do governo Bolsonaro e todos os golpistas responsáveis pela política de rapina contra os trabalhadores e da população em geral. 

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