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Da redação – O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e terceiro colocado no primeiro turno da disputa eleitoral para o Governo de São Paulo, Paulo Skaf (MDB), anunciou oficialmente no final da manhã de hoje (10) seu apoio à candidatura de Márcio França (PSB) no segundo turno da fraude, contra o tucano bolsonarista João Doria.

“Se alguém tem dúvida sobre o caráter de Doria, é só perguntar para o Alckmin”, justificou Skaf, em referência ao conflito aberto entre Doria e Alckmin dentro do PSDB. Nessa terça-feira, Alckmin, em uma reunião da executiva nacional do partido, chamou o ex-prefeito de São Paulo de “temerista” e de “traidor”.

Há uma crise profunda dentro do PSDB. Na segunda-feira, o diretório municipal de São Paulo – cuja ala mais direitista, de Doria, tomou conta – expulsou 17 membros, dentre eles o ex-governador Alberto Goldman, aliado de Alckmin. Em seguida, a executiva nacional anulou a decisão, afirmando que o diretório municipal não tem tamanha competência.

O anúncio oficial de Skaf, um político e empresário da grande burguesia, em apoio a um candidato da ala menor da burguesia (França, do PSB) contra Doria – “puro sangue” neoliberal e da direita abertamente antipovo, antiesquerda e anticomunista, que anunciou apoio a Bolsonaro e tem uma política nitidamente fascista – mostra como a burguesia está dividida no maior estado do País.

Uma amostra disso foi a demora na oficialização do resultado do primeiro turno das eleições, no domingo, quando por cerca de duas horas a burguesia, nervosamente, tentou fazer todos os tipos de negociação para colocar seus respectivos candidatos no segundo turno. A demora mostra o “racha” interno da classe capitalista.

Algo semelhante ocorre em nível nacional, onde a ala principal da burguesia (o capital financeiro internacional) não conseguiu levar seu candidato, Geraldo Alckmin, ao segundo turno, e a ala mais periférica levou a melhor ao conseguir o apoio majoritário a Bolsonaro.

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