HAMBURGUER_1
SHARE

Tinhorão: a defesa intransigente da genuína Música Brasileira

Bolha estourou, agora é rua!

A CUT e os Sindicatos devem convocar um novo ato de rua

Os trabalhadores e a juventude tomaram para si os atos do dia 29, agora as direções sindicais tem o dever de aproveitar o impulso, sob o risco de serem ultrapassados

Mobilização foi uma vitória política contra a direita e precisa ser intensificada – Redes sociais

O último dia 29 de maio marcou definitivamente a virada política no país. Após mais de um ano, com a esquerda brasileira em sua maioria, embarcando na política da direita do “fique em casa”, entregando as ruas para a direita e a extrema direita, com os ataques aos trabalhadores se multiplicando, com desemprego em massa, com brutal arrocho salarial, com a imposição de da retirada de inúmeros direitos trabalhistas, ao mesmo tempo em que o genocídio provocado pela política direitista do golpe de Estado, levou a população brasileira a perder mais de 500 mil vidas, se não levarmos em conta os dados maquiados do Ministério da Saúde fascista.

Toda essa virada na situação política, não foi espontânea, muito pelo contrário, foi construída. E as bases para esta mobilização foram fincadas, com as mobilizações impulsionadas pelo Partido da Causa Operária (PCO) e pelos Comitês de Luta, de centenas de localidades do país, organizados pela militância do PCO e de inúmeros militantes da base petista, que ao longo do último ano ousaram sair as ruas e mostrar, que os nossos interesses de trabalhadores só serão mantidos pela nossa força. Foi assim que, no dia 31 de março, nos atos contra a ditadura militar, se iniciou a virada da paralisia imposta pela política do “fique em casa”, com atos que ousaram enfrentar a escória fascista chamada às ruas por Jair Bolsonaro, para comemorar o regime militar de 64,  e como tentativa de colocar alicerces mais poderosos para impor a ditadura com tanques nas ruas hoje, em 2021.

E seguiu no grandioso ato do dia 1° de Maio, organizado pelo PCO e pelos Comitês, com adesão de vários setores da esquerda, em meio a capitulação de grande parte das direções dos explorados, que chegaram ao cúmulo de realizarem atos virtuais com a presença de golpistas  como FHC,  que foram carro-chefe no impeachment da presidenta Dilma Roussef e na perseguição criminosa a Luiz Inácio Lula da Silva. Toda essa política de submissão da esquerda foi duramente golpeada nos atos do dia 29 de maio.

Eles  estouraram a bolha de contenção colocada pela direita e estimulada por setores da esquerda pequeno burguesa, o que expressou a vontade do povo de lutar contra Jair Bolsonaro e os golpistas de modo geral, com inúmeras organizações da esquerda, entre partidos políticos de esquerda e organizações de luta populares convocando e invadindo as ruas do país.

No entanto, foi claro e perceptível que as grandes organizações de massa da classe trabalhadora não convocaram os trabalhadores para os atos do dia 29, a CUT, por exemplo, assim como outras “centrais sindicais” e os milhares de sindicatos da classe trabalhadora espalhados pelo país não realizaram nenhuma convocação, mostrando que a mobilização, seria ainda várias vezes maior com a entrada em cena, das organizações da classe trabalhadora.

A mobilização ocorrida nos mais de 200 atos pelo País não foi devidamente impulsionada pelas direções das organizações que teriam por obrigação de usar da força que possuem em favor da luta do povo. Estas direções em sua maioria, ainda não queriam os atos, ao menos como por obrigação de ofício que se impõe a qualquer dirigente sindical, não apenas de ter a sua insignificante presença unitária no ato, mas de levar as centenas, ou os milhares de trabalhadores que em suas bases sindicais ainda deram ou dão apoio a estes sindicalistas. É necessário que estes dirigentes sindicais saiam de sua bolha e impulsionem a luta dos trabalhadores, reabrindo os sindicatos e realizando um amplo chamado nos locais de trabalho a favor da mobilização popular nas ruas, única forma de derrotar a ofensiva da direita e conquistar as reivindicações dos trabalhadores, como a vacina para todos, a conquista do auxílio emergencial de verdade (que não poderia ser de menos de um salário mínimo), a redução da jornada de trabalho para 35 horas semanais, o bloqueio das privatizações apontadas pelo governo Bolsonaro e o cancelamento das já realizadas etc. e o fim do regime anti povo com a derrubada de Bolsonaro e de todos os golpistas.

É hora de colocar para funcionar as grandes máquinas de mobilização que são os sindicatos, as organização de luta como as Confederações de trabalhadores e a Central Única dos Trabalhadores para esmagar de vez a política golpista da burguesia e da direita contra os trabalhadores no Brasil.

A você que chegou até aqui,

agradecemos muito por depositar sua confiança no nosso jornalismo e aproveitamos para fazer um pequeno pedido.

O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

Diferentemente de outros portais, mesmo os progressistas, você não verá anúncios pagos aqui. Não temos financiamento ou qualquer patrocínio dos grandes capitalistas. Isso porque entre nós e eles existe uma incompatibilidade absoluta — são os nossos inimigos. 

Estamos comprometidos de maneira intransigente com a defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo pobre e oprimido. Somos um jornal classista, aberto e gratuito, e queremos continuar assim. Trabalhamos dia e noite para que o DCO cresça, se desenvolva e seja lido pelas amplas massas da população. A independência em relação à burguesia é condição para o sucesso desta empreitada. Mas o apoio financeiro daqueles que entendem a necessidade de uma imprensa vermelha, revolucionária e operária, também o é.  

Se já houve um momento para contribuir com o DCO, este momento é agora. Qualquer contribuição, grande ou pequena, faz tremenda diferença. Apoie o DCO com valores a partir R$ 20,00. Obrigado.

Apoie um jornal vermelho, revolucionário e independente

Em tempos em que a burguesia tenta apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe; em tempos em que a burguesia tenta substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular, o Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra tudo isso. 

Diferentemente de outros portais , mesmo os progressistas, você não verá anúncios de empresas aqui. Não temos financiamento ou qualquer patrocínio dos grandes capitalistas. Isso porque entre nós e eles existe uma incompatibilidade absoluta — são os nossos inimigos. 

Estamos comprometidos incondicionalmente com a defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo pobre e oprimido. Somos um jornal classista, aberto e gratuito, e queremos continuar assim. Se já houve um momento para contribuir com o DCO, este momento é agora. ; Qualquer contribuição, grande ou pequena, faz tremenda diferença. Apoie o DCO com doações a partir de R$ 20,00 . Obrigado.

Quero saber mais antes de contribuir

 

Apoie um jornal vermelho, revolucionário e independente

Em tempos em que a burguesia tenta apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe; em tempos em que a burguesia tenta substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular, o Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra tudo isso. 

Diferentemente de outros portais , mesmo os progressistas, você não verá anúncios de empresas aqui. Não temos financiamento ou qualquer patrocínio dos grandes capitalistas. Isso porque entre nós e eles existe uma incompatibilidade absoluta — são os nossos inimigos. 

Estamos comprometidos incondicionalmente com a defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo pobre e oprimido. Somos um jornal classista, aberto e gratuito, e queremos continuar assim. Se já houve um momento para contribuir com o DCO, este momento é agora. ; Qualquer contribuição, grande ou pequena, faz tremenda diferença. Apoie o DCO com doações a partir de R$ 20,00 . Obrigado.

Quero saber mais antes de contribuir

 

Apoie um jornal vermelho, revolucionário e independente

Em tempos em que a burguesia tenta apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe; em tempos em que a burguesia tenta substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular, o Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra tudo isso. 

Se já houve um momento para contribuir com o DCO, este momento é agora. ; Qualquer contribuição, grande ou pequena, faz tremenda diferença. Apoie o DCO com doações a partir de R$ 20,00 . Obrigado.