América Latina
População de conjunto se colocou contrária às tentativas do presidente da Costa Rica de negociar com o FMI. Sindicatos dizem que população empobrecerá com um acordo
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FILE PHOTO: The International Monetary Fund (IMF) logo is seen outside the headquarters building in Washington, U.S. September 4, 2018. REUTERS/Yuri Gripas/File Photo
Foto: Logo do FMI | Foto: Reprodução
Diversas organizações sindicais da Costa Rica afirmam em carta aberta ao presidente Carlos Alvarado que rejeitam qualquer negociação com o Fundo Monetário Internacional (FMI), porque tem enchido muitos povos do mundo de miséria e dor.
Entregue ao presidente costarriquenho durante sua passagem pela Zona Sul neste fim de semana, a carta é assinada pela Federação Nacional dos Trabalhadores nas Plantações, o Sindicato dos Trabalhadores de Golfito, o Sindicato dos Trabalhadores de Limón e a Organização dos Camponeses Sem Terra, agrupados na Federação dos Trabalhadores na Agricultura e Plantações (Fentrap).

Na quinta-feira da semana anterior, o governo costarriquenho anunciou que retomará a polêmica decisão de negociar um empréstimo com o FMI, motivo recente dos protestos mais violentos dos últimos 20 anos, com bloqueios de estradas de diversos setores locais.

O Ministro da Comunicação, Agustín Castro, destacou que para solucionar definitivamente o problema fiscal do país, o Governo da Costa Rica vai a uma negociação com o FMI, decisão avançada por sindicatos e diversos setores, em comunicados no que acusam o Executivo de trair os participantes do diálogo multisetorial.

A carta da Fentrap assegura que o FMI encheu povos em todas as direções do globo de miséria e dor. A Europa civilizada sofreu muito recentemente as consequências da presença da chamada troika: o FMI, o Banco Central Europeu e a chamada Comissão Europeia’.

Indica que o FMI é o braço largo do capital financeiro dos Estados Unidos, que define as políticas dos governos, sejam republicanos ou democratas. Isso é bem conhecido.

‘O neoliberalismo e seu demônio, o FMI, continuará empobrecendo nosso povo. Esse processo perverso tem que ser interrompido e será, esperamos, pela vontade democrática dos costarriquenhos’, destaca Fentrap.

Desta forma, este grupo sindical acompanha outros sindicatos costarriquenhos que rejeitam qualquer negociação com aquela entidade financeira internacional.

Quando foi noticiado em 17 de setembro, aquela primeira intenção de negociar com o FMI recebeu uma rejeição quase unânime de todos os setores do país aos novos impostos e à venda de ativos estatais que isso acarretaria.

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