Fascistas atrás dos lucros
Em meio a crise, setores da burguesia pressionam abertura do comércio e ameaçam de demissão em caso contrário.
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A woman wears a protective face mask as a precautionary measure against coronavirus disease (COVID-19), in Sao Paulo, Brazil, March 16, 2020. REUTERS/Amanda Perobelli
Burguesia não se importa com o povo, apenas com os lucros. |

Da redação – Setores da burguesia, ligado as grandes empresas de varejo que atualmente está paralisada por causa da pandemia, passaram a avisar o fascista Bolsonaro que vão demitir até um terço dos seus funcionários caso até meados de abril suas lojas não sejam reabertas.

Com isso, serão cerca de 600 mil desempregados de uma só vez, uma atitude criminosa que colocará centenas de milhares de trabalhadores na miséria em plena crise.

No ano passado, surgiram em torno de 644 mil postos de trabalho no país, ou seja, com estas demissões, praticamente todo o número de pessoas que foram empregadas no ano anterior seriam demitidas.

Empresários desejam que Bolsonaro libere parte da população para o trabalho, para assim manter os lucros.

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