Crise sem fim
Empresariado do setor da alimentação afirma que demissões no setor podem chegar a 800 mil, em função do fechamento de estabelecimentos por conta da quarentena do coronavírus
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"Foto - Reprodução" - grandes redes de fast food já estão demitindo |

A Associação Nacional dos Restaurantes divulgou comunicado onde afirma que o setor da alimentação no País irá demitir ou mesmo já demitiu entre 600 a 800 mil trabalhadores, em função da queda vertiginosa da clientela, motivada pela quarentena da epidemia do coronavírus.

A ironia fica por conta da reivindicação do setor, que vem demitindo exponencialmente os trabalhadores. mas mesmo assim exige medidas de amplas benesses para o setor, como isenção de impostos, flexibilização de regras trabalhistas e crédito facilitado a juros baixos.

Os patrões exploradores bolsonaristas, que esfolam o trabalhador com jornadas exaustivas e baixos salários devem arcar com os custos da crise. Os trabalhadores, por sua vez, devem exigir dos empregadores todas as condições de segurança para continuarem trabalhando, do contrário, devem paralisar suas atividades em todo o País.

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