Servidores públicos realizam doze atos regionais contra reforma da previdência municipal de Covas

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Nesta sexta feira, 8 de fevereiro, milhares de servidores em toda capital participaram de vários atos, panfletagens e passeatas realizados pelos sindicatos de servidores(Sedin, Sindsep) e de profissionais da educação(Sinpeem) contra a reforma da previdência municipal(Sampaprev).

Os atos realizados pelos servidores e organizados pelo sindicatos ocorreram nas seguintes localidades da cidade: Estação Butantã, Estação Santana, Estação Vergueiro, Estação Tatuapé, Estação Jabaquara, Estação nova de Guaianases, Terminal Lapa, Terminal Grajaú, Terminal Cachoeirinha, Terminal João Dias, São Miguel na praça do Forró e Largo de São Mateus.

Em um dos mais movimentados atos desta sexta feira realizado no largo de São Mateus, cerca de 300 servidores e populares realizaram ato na praça do largo de São Mateus, seguido de passeata por mais de dois quilômetros, pela mais movimentada avenida da região, a avenida Mateu Bei. A passeata terminou no Cieja São Mateus, onde os manifestantes chamaram os servidores que ainda trabalhavam a cruzarem os braços e engrossar a luta. Antes do final a passeata parou em frente ao escritório político do Vereador Gilson Barreto do PSDB  e realizou um escracho público contra este inimigo dos servidores e da população que faz parte da base do governo Bruno Covas e votou a favor do fim da previdência municipal.

O ato de São Mateus definiu a organização de comandos de greve centralizados e a partir de segunda feira com carros de som percorrendo as várias comunidades da região fazendo a denúncia da reforma da previdência de Covas e Bolsonaro.

Na organização da mobilização do ato regional militantes da corrente educadores em luta tiveram importante papel na convocação e nas intervenções de luta junto aos servidores, defendendo a luta contra a reforma da previdência municipal resultado do golpe de Estado no Brasil.

As atividades desta sexta feira pela capital paulista são o exemplo da disposição de luta dos servidores contra os inimigos dos trabalhadores e suas reformas da previdência com mobilizações ativas nas ruas, assim como foi no primeiro semestre de 2018, contra Dória este é o caminho para derrotar Covas e o Sampaprev.