Greve Geral da Educação
Com a crise econômica e sanitária, os professores e alunos estão sendo pressionados a retornarem as suas atividades diárias antes da pandemia
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IFB | Agência Brasília

Com o golpe de 2016, um dos setores mais atacados pelos golpistas foram os ligados à educação pública, especialmente as universidades federais, que com o congelamento dos gastos acabaram vivendo um estrangulamento de diversos campi universitários.

Com a crise econômica e sanitária, os professores e alunos estão sendo pressionados a retornarem as suas atividades diárias antes da pandemia.

Em uma assembleia virtual realizada nesta quarta-feira (12/8), o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe Brasília) e servidores do Instituto Federal de Brasília (IFB) decidiram por iniciar um debate sobre uma greve geral da categoria, também foi marcado para a próxima segunda dia dezessete, uma nova assembleia.

No dia dezessete, a partir das 18h30, o sindicato vão se reunir novamente para discutir o indicativo de greve em defesa dos direitos dos servidores e dos estudantes. Motivos não faltam para uma greve, pois além da pressão da retomada das aulas, tem a pressão das aulas EAD, que tem gerado insegurança entre os docentes e os estudantes.

A assembleia também discutiu os direitos dos trabalhadores da educação em tempos de pandemia, avaliação do retorno do calendário acadêmico no dia 3 de agosto e a evasão escolar. Os professores relataram as dificuldades que os alunos estão enfrentando com a política de terra arrasada EAD.

Uma das resoluções da assembleia virtual: o Sinasefe Brasília cobrará da reitoria condições para que os servidores parem de bancar do próprio bolso parte do trabalho que estão desempenhando, e também mais inclusão para os estudantes.

No IFB as aulas remotas estão previstas para o dia 3 agosto. Os estudantes e docentes e entidades representativas se manifestaram contra o modelo remoto, pois onera todos, com isso, já fizeram um abaixo-assinado pedindo a suspensão do calendário até que sejam garantidas condições para alunos ao ensino remoto.

É preciso que a categoria dos professores se mobilizem nessa época de crise, pois estão massacrando professores e estudantes por causa desse ensino à distância. A pressão vai desde o o trabalho remoto, que gera a baixa qualidade do ensino, pois a maioria dos alunos e docentes não tem nem máquinas e nem internet suficiente para desenvolver uma aula de qualidade. É sabe-se que o virtual não substituirá jamais a presencial.

 

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