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Servidores do município de Fortaleza pararam suas atividades no dia 22 de março para protestar contra o reajuste da prefeitura, que foi de apenas 2,95% em 2018 e zero em 2017.
O ato foi convocado pelo Sindiute que representa os professores e pelo Sindfort que representa os servidores, além do conjunto de sindicatos que representam as categorias específicas e se concentrou na porta da prefeitura.
O prefeito Roberto Cláudio (PDT) não se encontrava em seu gabinete e uma comissão dos servidores foi recebida por seus assessores, mas nada foi definido.
Os servidores e seus sindicatos tiraram o seguinte encaminhamento, assembleia por categoria no dia 11 de abril e assembleia geral no dia 18 de abril pra deflagrar a greve de todas as categorias ao mesmo tempo.
O caso de Fortaleza não é um caso isolado, as perdas salariais se acumulam em todo o país e só será resolvida quando o golpe for derrotado, cabe a CUT canalizar a disposição dos trabalhadores e construir uma greve geral no Brasil.
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