Servidores andreenses vão à rua contra prefeito caloteiro

Paralisação dos professores contra Paulo Serra

Nesta sexta-feira dia 25 de maio, mais de mil funcionários públicos andreenses realizaram paralisação, professores, defesa civil, saúde estiveram nas ruas em defesa da valorização nos salários, por melhores condições de trabalho e pelo pagamento do retroativo da Campanha Salarial acertado no acordo coletivo do ano anterior referente as perdas do período do ano de 2016, promessa feita pelo prefeito caloteiro Paulo Serra.

A preparação da paralisação foi atacada pelo governo através de pressões dos chefes nos locais de trabalho, levando a frente à política de ataque aos direitos dos servidores. E foi também disseminada por apoiadores coxinhas colocando cartazes nos muros das escolas na manhã da paralisação atacando professores, servidores, o sindicato e o PT, partido do prefeito anterior, Carlos Grana.

Apesar das pressões esta foi a maior paralisação dos servidores, segundo palavras de vários servidores antigos da prefeitura municipal.

Segundo o sindicato da categoria, Sindserv, dirigido por setores da CUT, as negociações não avançaram até o momento da paralisação. As negociações da Campanha Salarial 2018 não evoluíram e os servidores andreenses reivindicam a luta pelo reajuste de 3,07% (reposição da inflação calculada pelo IPC/DI- FGV) e também pela  incorporação de R$ 100,00 nos salários (proposta que contemplaria o retroativo da Campanha Salarial do ano passado, além destas também reivindica que a Prefeitura aumente o valor da cesta básica para R$ 110,00, que beneficiaria cerca de 5 mil servidores.

Os servidores durante a manifestação mostraram todo seu repúdio ao governo de Paulo Serra do PSDB, com palavras de ordem como: “Ô Paulo Serra, seu caloteiro, não roube meu salário!”

O ato com mais de mil servidores realizou passeata pelas avenidas centrais de Santo André e do paço municipal, paralisando o trânsito e denunciando para a população os ataques do governo. Ficou definida assembleia dos servidores para a próxima quarta feira as 19 horas, no próprio paço municipal andreense, os servidores não vão arregar, vão continuar a ampliar a mobilização e exigir que o caloteiro da educação e dos servidores cumpra seus compromissos com os servidores.