Mobilizar o movimento negro
Não bastasse dezenas de ataques ao movimento negro vindo do negro racista Sérgio Camargo, agora ele resolveu censurar homenagens e biografias de lideranças negras do site da FCP
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Sérgio Camargo na sala da presidência da Fundação Cultural Palmares | Foto: reprodução

Em mais um ataque a luta do povo negro no país, o racista, capacho do governo fascista de Bolsonaro, o presidente ilegitimo da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, resolveu apagar uma pagina da instituição que faz homenagens a lideranças negras históricas brasileiras. O mosaico tinha nomes e fotografias e dava acesso a vários artigos e biografias de homens e mulheres negras entre eles Zumbi do Palmares. É claro que o objetivo do capitão do mato à frente da Fundação é uma tentativa de apagar a história de libertação revolucionária dos pretos no Brasil.

A cada dia que passa o negro de alma branca atenta ainda mais contra o movimento negro brasileiro, que algumas semanas atrás após vazamento de uma fala de Camargo revelada pela jornal O Estado de S. Paulo ele chama de “escória maldita”. Na tentativa de apagamento da memória ele tem planos de construção de uma biblioteca que valoriza o papel da corte portuguesa na formação da identidade brasileira e mesmo no processo de abolição da escravatura.

No dia 13 de maio, dia da Abolição da escravatura no Brasil, o negro de direita como se intitula Sérgio Camargo, através das redes sociais criticou Zumbi chamando de “falso herói” e “Herói da esquerda racialista; não do povo brasileiro. Repudiamos Zumbi!”, disse em outra publicação. Na sequência homenageou a monarca Princesa Isabel pela libertação dos escravos: “reconhecer a importância da Princesa e resgatá-la do ostracismo histórico a que foi relegada”. Mostrando claramente o desconhecimento da realidade.

Não contente, Sérgio Camargo publicou no site da Fundação Palmares dois artigos ridículos e desmoralizantes, em que coloca Zumbi do Palmares como uma figura mitológica que teria sido criado pelo movimento negro e a esquerda brasileira. O capitão do mato também desapareceu com um estátua de Zumbi que ficava em frente a sede da Fundação em Brasília, segundo a Folha de S. Paulo uma funcionária quis agradar o chefe depois das falas contra Zumbi e guardou a escultura num depósito.

Na fala vazada, Camargo além de xingar Zumbi de “um filho da puta” diz ainda “que não vai ter um centavo pra terreiro de macumba enquanto ele estiver na presidência da Palmares”  e pede para “que cada um dos diretores entreguem um esquerdista, quem não entregar vai sair”. A cantora Alcione assim que ficou sabendo do áudio vazado, em uma live ela desabafou, chamou Camargo de “Zé Ninguém da Fundação Palmares” e disse que “quando a gente vê uma pessoa da nossa cor falando uma besteira daquelas, tenho vontade de arrancar da televisão e encher de porrada pra virar gente”.

O racista Sérgio Camargo não foi colocado onde está a toa, o “negro da casa”, faz parte do projeto politico do presidente fraudulento Bolsonaro, que é de destruir a instituição Fundação Cultural Palmares por dentro. Nesse momento, em que assistimos milhares de manifestações do povo negro em todo mundo contra o racismo, governos direitistas e a crise pandêmica e econômica, o movimento negro deve se organizar e mobilizar-se nas ruas para por abaixo não só o capitão do mato mas também Bolsonaro, seu patrão de extrema direita, um racista declarado.

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