Apoio internacional
Senadora comunista da frança Laurence Cohen se pronuncia contra o ataque da extrema direita ao Diário Causa Operária
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Laurence Cohen quando de sua vinda ao Brasil | pt.org.br

Esta semana o Partido da Causa Operária recebeu o expressivo apoio e solidariedade da senadora pelo Partido Comunista Francês, Laurence Cohen, por conta dos ataques sofridos pelo DCO por hackers fascistas, que excluíram cerca de 4 mil artigos escritos por colaboradores e militantes.

A senadora comunista Laurence Cohen esteve ao lado das lutas contra o golpe de Estado e a prisão de Lula seja no Brasil ou no exterior. Durante as mobilizações contra a prisão de Lula ela esteve no país na Vigília Lula Livre e foi impedida em Curitiba de poder adentrar a prisão da polícia Federal para visitar Lula na ocasião, se pronunciando contra mais este abuso da direita brasileira. Na época ela ela ressaltou que acha “extremamente escandaloso uma parlamentar francesa vir até o Brasil e não conseguir visitar o presidente Lula”, além também de dizer que Jair Messias Bolsonaro não é digno de presidir o Brasil.

Veja o post de Laurence Cohen:

🇧🇷🔴 Le quotidien en ligne du PCO – Partido da Causa Operária – Europa a été victime de hackers d'extrême droite. Tout…

Posted by Laurence Cohen on Wednesday, July 29, 2020

O apoio da companheira ao PCO e militância partidária que há mais de 40 anos estão na luta por jornal operário no Brasil, se deu através de texto publicado pela senadora em suas redes sociais onde diz: “O jornal online do PCO foi vitima de hackers de extrema-direita. Todo meu apoio a esses militantes ao lado de quem lutei para exigir a liberação de Lula. As forças fascistas não nos farão calar jamais.”

O apoio de Laurence é um apoio internacional de primeira importância, exemplo que os parlamentares da esquerda brasileros devem seguir, assim como o movimento progressista internacional. Ao apoio da senadora comunista já se somam centenas de apoios nacionais e internacioanis, como os ex-ministros Gilberto Carvalho e Eugênio Aragão do governo de Dilma Rousself, assim como os artistas, Rodrigo Lima da banda Dead Fish e o Mao do Garotos Podres.

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