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Uma das medidas mais imediatas da quadrilha golpista que se apropriou clandestinamente da cadeira presidencial foi o congelamento, por 20 anos, dos investimentos públicos em saúde, educação, transporte, habitação e outros benefícios sociais aos menos favorecidos.

As área sociais foram as mais afetadas, comprometendo a oferta de serviços do Estado às populações carentes e mais pobres, sobretudo aquelas que não podem custear suas necessidades mais básicas recorrendo aos serviços privados.

Sob a alegação falsa e cínica de que o corte nos investimentos se colocou como necessária para o equilíbrio das contas públicas – em razão, segundo os golpistas, da gastança do governo anterior (legitimamente eleito pelo voto popular) – os corruptos ocupantes do Planalto trancaram os cofres públicos para os mais pobres, deixando, no entanto, a cópia da chave com os banqueiros e empresários, apoiadores e financiadores do assalto ao poder perpetrado pelos larápios golpistas.

Ora, se não há recursos para investimentos nas área sociais, porque o governo está disponibilizando R$ 42 bilhões para serem aplicados na área da segurança em todos os estados do país? A resposta é muito simples: No Brasil do golpe nunca deixará de existir recursos para equipar a polícia e fortalecer a repressão do Estado contra a população pobre e as massas populares.

Na semana passada, o presidente golpista esteve reunido com os governadores e a eles foi oferecida a vultuosa quantia de R$ 42 bilhões a serem aplicados na segurança pública. Na quarta-feira, dia 07 de março, Temer voltou a se reunir, dessa vez com os prefeitos de 26 capitais para anunciar a disposição do governo em disponibilizar os recursos a serem investidos na “modernização” das polícias em todos os estados. Estiveram presentes à reunião os ministros Raul Jungmann (Segurança Pública) e Sérgio Etchegoyen (Segurança Institucional).

Toda esta movimentação deixa claro que se encontra em franco progresso um plano para a instalação de um Estado policial-militar no país. As ações de intervenção das Forças Armadas em vários estados, culminando com a recente intervenção militar na segurança pública do Rio de Janeiro, são indicadores inequívocos de que estamos diante de uma ação cuidadosamente pensada, articulada e organizada para a militarização da sociedade nacionalmente.

Sob a cobertura – fajuta e cínica – da necessidade de se combater a criminalidade, que se pretende, na verdade, é colocar o país em estado de sítio, aterrorizando as comunidades pobres das periferias das grandes cidades, onde se verifica uma verdadeira rebelião latente das massas populares contra os golpistas e suas medidas de ataque às condições de vida das populações pobres que habitam os morros e favelas das grandes metrópoles.

O regime golpista declarou guerra ao país, aos trabalhadores e principalmente às massas pauperizadas das grandes cidades. Sem voto, sem nenhuma popularidade e amplamente repudiado pelas massas, a quadrilha golpista se apóia cada vez mais no aparato militar-policial para levar adiante sua política de terra arrasada contra os interesses nacionais.

Dessa forma,  o alinhamento cada vez mais simétrico dos golpistas com os generais entreguistas é parte do desenvolvimento e da escalada do regime em direção à ditadura, independente do formato e das características que essa ditadura irá assumir.

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