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A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com recursos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Supremo Tribunal Federal (STF) em favor da manutenção de sua candidatura, contra a cassação arbitrária aprovada na madrugada do último sábado (dia 31).

No processo do STF,  a relatoria caberá ao Ministro Luiz Edson Fachin. No recurso, a defesa do candidato, que lidera todas as pesquisas eleitorais com intenção de voto de mais de 60 milhões de brasileiros, questiona a absurda decisão do TSE  de tornar Lula inelegível, fundamentada na decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) que referendou os direitos políticos Lula, se manifestando no sentido de que seus direitos políticos devem ser preservados até decisão irrecorrível em última instância.

É claro que está correta a decisão do PT e da defesa de Lula de recorrer da decisão dos golpistas do TSE adotada em sessão extraordinária, com base na inconstitucional lei da Ficha Limpa.

No entanto, é preciso ter claro – como já ficou provado à exaustão – que uma decisão favorável aos direitos democráticos de Lula e do povo brasileiro, não viram pela vontade do judiciário golpista, de maioria submissa aos interesses do imperialismo que comando o golpe de Estado vigente no País, desde a derrubada da presidenta Dilma Rousseff.

Por isso mesmo, os que lutam contra o golpe, defendem a liberdade de Lula e sua candidatura presidencial – única capaz de derrotar os golpistas – os movimentos operários e a classe trabalhadora não devem de maneira alguma depositar nenhuma  esperança que haja uma saída democrática que possa ser aprovada pela maioria golpista do judiciário, a partir de suas supostas convicções, totalmente ditadas pela vontade do imperialismo.

A experiência recente não deixa qualquer dúvida que o único caminho para a derrota os golpistas é do da mobilização popular. É nas ruas que se pode derrotar o golpe, libertando Lula e garantindo sua candidatura. Apenas uma força é capaz de barrar o golpe e os golpistas: grandes mobilizações de massas. Povo na rua, Lula na urna!

Se sempre abaixássemos a cabeça para o Judiciário, nem haveria necessidade de golpe, o judiciário se incumbiria de ditar sempre a vontade dos tubarões capitalistas “nacionais” e estrangeiros. É preciso ter claro que está na hora de passar por cima das decisões dominadas pelos golpistas, para impor a vontade do povo que é comprovadamente que Lula seja libertado e colocado na presidência da República.

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