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O substituto do prefeito coxinha João Dória Junior na prefeitura de São Paulo, Bruno Covas, segue com a política predatória dos tucanos de, literalmente, colocar a capital do estado à venda. Bruno Covas, que é neto do famigerado Mario Covas, político tucano, um dos responsáveis por dar início à política de terrar arrasada no estado de São Paulo, enquanto era governador, irá colocar o estádio do Pacaembu à venda.

Após receber aval, o atual prefeito do PSDB autorizou a abertura de edital para concessão do estádio de futebol. Inaugurado na década de 1940, o Pacaembu já chegou a ser tombado como patrimônio histórico da cidade. O estádio é um dos mais famosos do país, já recebeu partidas memoráveis, finais de campeonatos paulistas, clássicos dos times da capital, em seu gramado, o rei do futebol, Pelé, marcou inúmeros gols durante a carreira de jogador.

O estádio agora irá passar para as mãos das empresas privadas. De acordo com o edital, empresas estrangeiras terão direito à concorrer e adquirir um patrimônio histórico da capital paulista. O lance mínimo é de R$ 36,8 milhões. O argumento utilizado para a entrega do estádio é a velha desculpa da direita de que o estádio estava dando prejuízos aos cofres da prefeitura, o que não passa de uma manobra para satisfazer os interesses dos grandes grupos empresariais.

O contrato na verdade é de total favorecimento para os capitalistas, uma vez que o comprador do estádio é obrigado a pagar um valor mínimo de R$ 2 milhões a vista e, após isso, tem três anos de carência para investir e pagar as outras prestações. Ou seja, uma verdadeira bagatela.

O fato é que São Paulo irá perder, como consequência da política tucana, um patrimônio histórico, o qual nas mãos dos capitalistas, será de domínio exclusivo de uma pequena elite social. Os ingressos serão mais caros e o povo pobre será completamente excluído das partidas de futebol. Um verdadeiro ataque à cidade, à economia e à cultura do povo paulistano.

Essa é a política do PSDB e essa é a política que os golpista estão procurando impor no país. Para fazer frente à ela, somente com a mobilização popular, por meio da formação dos comitês de luta, contra os golpistas.

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