Extermínio em prática
Com o número de infectados e mortos que não param de subir em São Paulo, Metrô e CPTM já articulam retomada da totalidade da sua capacidade de trabalho
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Bruno Covas e João Doria, respectivamente os golpistas prefeito e governador de São Paulo | Foto: Reprodução

Na última sexta-feira (29), o secretário dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Alexandre Baldy, informou que o Metrô e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) podem voltar a operar com 100% das suas frotas, após as flexibilizações da quarentena entrarem em vigor na cidade de São Paulo.

Ainda não foi definido pela prefeitura, quando e como será feito essa reabertura de atividades não essenciais na capital paulista, mas não resta dúvidas de que tal fato ocorrerá em breve, pelas coletivas diárias que o prefeito tem realizado, juntamente com o governador do estado de São Paulo, que por sua vez anunciou, que a capital está na faixa laranja do programa de reabertura parcial do comércio, a partir da próxima segunda-feira (1).

Com quase 90 mil infectados e mais de 7 mil óbitos no estado de São Paulo – até o presente momento – os genocidas Bruno Covas e João Dória, já estão a todo vapor, para colocar em prática toda a cartilha da burguesia em ação. Sim, pois já está mais do que comprovado através deste caos, que o capitalismo não aguenta lidar com crises, em especial à crise do novo coronavírus, pois para que a burguesia permaneça em sua posição, é necessário que sejam sacrificados muitos carneiros – o povo.

A crise sequer atingiu o seu ápice, a curva com o número de infectados e mortos sobe com a velocidade de um foguete, e simplesmente querem afrouxar o isolamento no epicentro das contaminações do país, para que seja garantido os bilhões e bilhões na conta desta elite parasita, corrupta e assassina.

A reabertura de atividades não essenciais na cidade de São Paulo, é uma declaração para bons entendedores, de que existe um plano de extermínio contra a classe pobre e trabalhadora. Se não trata-se de um plano, no mínimo, é uma falta total e completa de preocupação com o povo.

Reabrir totalmente dos meios de transportes ferroviários (Metrô e CPTM), sem nenhuma medida para conter a superlotação comum nestes transportes, é empurrar o povo para um poço de contaminação, retardando mais ainda a normalização das atividades econômicas, pois é evidente que o número de contaminados e mortos irão explodir.

Não bastasse nenhuma medida que garanta a vida e a sobrevivência do povo pobre e trabalhador terem sido adotadas, de só serem adotadas medidas para a burguesia e classe média, os governantes de São Paulo querem a reabertura total das atividades não essenciais, porque estão a serviço dos grandes capitalistas parasitas, que infestam essa nação com a sua influência sobre essa classe política corrupta e genocida.

Os rodoviários devem se opor a esse absurdo, impulsionando uma grande mobilização pela derrubada dos algozes do povo, Dória e Covas, e para barrar esse genocídio em massa que querem praticar contra os moradores da cidade de São Paulo, juntamente com toda a classe trabalhadora.

A única forma de conter o massacre que irá ocorrer com esta reabertura das atividades não essenciais, é a mobilização contra esses sanguessugas, que nunca precisam trabalhar de verdade em suas vidas, e que possuem suas riquezas, porque há anos exploram os que verdadeiramente trabalham.

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