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O Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Sales, apontou o fechamento de 6 das 11 unidades de fiscalização ambiental do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Biodiversidade) como método de concretizar o suposto “enxugamento administrativo” da área ambiental brasileira a fim de “conter gastos”.

Na realidade, associado ao fechamento de postos de fiscalização, e ao afastamento de técnicos da área do Ibama e ICMBio, está a incorporação de oficiais da Polícia Militar e da Defesa para comandar as operações dos dois órgãos ligados ao ministério. Seguindo a mesma linha, há a indicação de possíveis contratações de PMs em horário de folga para fiscalizar a Amazônia. 

Com o fechamento das unidades, na prática, grande parte das 335 unidades de conservação nacional ficarão sem serviço fiscal, dentre elas,  68% das áreas de proteção e indígenas da Amazônia. Isso significa que a intensificação do desmatamento ilegal, utilização indevida de regiões florestais pelos latifundiários ocasionando na expansão da fronteira desmatada da Amazônia, destinada para especulação de terras e da soja.

Além das madeireiras, as mineradores tendem a aproveitar a brecha da fiscalização para explorar o rico solo amazônico sem qualquer tipo de cuidado, podendo ocasionar em catástrofes como a de Brumadinho, MG. Soma-se ao fato, a ampliação da presença policial na ação do ministério, polícia essa já tradicional braço armada dos latifundiários na perseguição contra os assentamentos indígenas e sem-terra, fica claro que essas medidas do Ministro golpista irão resultar na intensificação da chacina contra as ocupações.

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