Lava Jato
Nesta terça-feira dia 1 de setembro, o Ministério Público Federal (MPF) informou que o procurador da república Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato irá deixa a força tarefa.
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Daltan Dalagnol encena denúncia contra Lula na Lava Jato | Foto: Rodolfo Buhrer/FotoArena/Estadão Conteúdo

Nesta terça-feira dia 1 de setembro, o Ministério Público Federal (MPF) informou que o procurador da república Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato irá deixa a força tarefa. A coordenação da Lava Jato deverá ser assumida pelo procurador da República no Paraná Alessandro José Fernandes de Oliveira.

A saída do coordenador da força tarefa foi apresentada por Dallagnol como sendo por motivos pessoais. Entretanto já pesavam contra Dallagnol dois processos administrativos disciplinares e o fato da operação Lava Jato está publicamente desmoralizada. Havendo um desgaste intenso da força tarefa, principalmente a partir das denúncias de fraude realizadas pelo sítio Intercept.

A partir da divulgação da troca de mensagens entre juiz e procuradores de acusação, e não apenas isso mas o próprio juiz que deveria ser imparcial, coordenando ações da acusação, se tornou pública a farsa persecutória que foi o julgamento advindo da Lava Jato. Com acolhimento pelo juiz de uma denúncia débil como a do caso do triplex de Guarujá, sem qualquer lastro e havendo mesmo assim a condenação totalmente indevida do réu  o ex-presidente Lula.

Os dois processos disciplinares contra Dallagnol no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) encontram-se atualmente suspensos por decisão do ministro Celso de Mello do Supremo Tribunal Federal (STF). Demonstrando a total conivência da maioria do supremo com o golpe de estado e as ações para manutenção deste.

Um dos processos no CNMP foi pela ilegal intervenção de Dallagnol na disputa à presidência do Senado, contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL). Nesta segunda-feira passada dia 31 de agosto, a Advocacia-Geral da União (AGU) alertou ao STF sobre a proximidade da prescrição desse processo no dia 10 de setembro. 

O segundo processo advém de um pedido de remoção promovido pela senadora Kátia Abreu (PP-TO). No pedido é apontado que Dallagnol já foi alvo de 16 reclamações no conselho disciplina, que realizou palestras remuneradas utilizando do destaque da Lava Jato para ganho próprio e que firmou um acordo ilegal com a Petrobras para que R$ 2,5 bilhões “recuperados” fossem direcionados para uma fundação da Lava Jato.

Outro processo no CNMP que não teve prosseguimento, sendo arquivado e merece ser citado, foi o pedido de providências apresentado pela defesa de Lula. Contrário aos três procuradores da Lava Jato que realizaram a infame apresentação em PowerPoint persecutória ao ex-presidente Lula, Dallagnol era um desses três procuradores.

Não restam espaços para dúvidas, a operação Lava a Jato foi um investida externa do imperialismo contra a economia brasileira e a pouca independência política que tínhamos. O procurador Dallagnol assim como o ex-juiz Sérgio Moro, foram agentes políticos do imperialismo intervindo diretamente no estado nacional.

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