Campanha revolucionária
Com Jair Lopes na chapa majoritária em Belém, PCO impulsiona campanha pelo Fora Bolsonaro
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Jair Lopes sai como candidato do PCO para travar a luta contra o golpe. | Foto: DCO

O Partido da Causa Operária está organizando sua campanha em todo país. Em Belém do Pará não é diferente.

A cidade que é governada pela direita a ao menos 4 governos, está sendo completamente entregue aos capitalistas. O caso se vê no mercado público, nas praças, etc, onde há com frequência forte repressão por parte da guarda municipal.

A Praça da República é a que se destaca. Meio tradicional de manifestações políticas e pela presença dos ambulantes de rua, todas as atividades estão sendo esmagadas com ferro e fogo. Contudo, a esquerda de nada faz, a paralisia tomou conta desde a saída do PT da prefeitura local em 2004.

Em meio à sequência dos mandatos do PSDB desde os anos 90, apenas por quatro anos a esquerda ocupou alguma posição de relevância. É justamente neste âmbito que o candidato Jair Lopes do PCO irá intervir.

O companheiro, que é designer gráfico, é uma representação da crise geral. Ao contrário dos típicos candidatos da burguesia e até mesmo da esquerda pequeno-burguesa, é um trabalhador desempregado. Tal dado mostra em primeiro lugar a inserção do partido na população. Quem está junto ao PCO, como também, se organizando no partido, são os trabalhadores.

Em entrevista à Causa Operária TV, Jair pontua justamente o que motivou ele a entrar partido: “faz o que diz”. A seriedade está presente nas atividades do PCO, afirma.

Jair Lopes e seu vice, Cristiano, são responsáveis pela organização das atividades de panfletagem e em bairros organizadas pelo partido. Durante estas atividades a recepção popular é, como acontece em todo país, muito positiva.

O Partido da Causa Operária decidiu por exemplo passar em 500 mil casas pelo Brasil em uma forte campanha de porta em porta. Na capital do Pará serão 5 mil casas visitadas nessas próximas três semanas de campanha.

Até o momento centenas de panfletos já foram distribuídos entre os trabalhadores. O PCO na cidade vem se estruturando com força, novos companheiros somam-se assim às atividades em torno da campanha pelo Fora Bolsonaro nas eleições, e por Lula candidato.

Um outro ponto relevante da candidatura de Jair Lopes é o fato de ser o candidato mais jovem para a prefeitura da capital, com apenas 26 anos. Destaca-se esse dado que é um demonstrativo justamente dessa presença popular. As candidaturas do PCO não são feitas por políticos profissionais, por empresários ou representantes da política de uma classe social estranha aos trabalhadores.

Jair Lopes o candidato mais novo para à Prefeitura de Belém, lançado pelo PCO – A Província do Pará

Como mesmo disse Jair, sua candidatura parte da “revolta da classe operária com a atual situação que se instalou neste país desde o golpe que cassou o mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, que culminou com a reforma trabalhista e previdenciária que só prejudicaram os trabalhadores de todo o Brasil e que terminou com a eleição de Jair Bolsonaro, de quem somos oposição e contra o qual exigimos seja retirado do poder”.

Para o PCO, não há meio termo na campanha, independente de serem municipais, o problema da classe operária é geral, e o programa deve corresponder a esses anseios nacionais. Jair coloca que “o que se tem assistido é um retrocesso no processo de democratização do Brasil. A gente vê a democracia se esfacelando, os caminhos se afunilando, uma perseguição sem tréguas aos mais puros setores da esquerda brasileira, especialmente do PT. É por isso que o PCO vê estas eleições como uma faca de dois gumes, de poucas oportunidades. Não temos fundo partidário, não temos horário político nem pra dizermos nosso nome e por aí vai a desvantagem em que nos encontramos neste momento de corrida eleitoral”.

O fundamental, pontua Jair, é “difundirmos nosso programa, quando a população está um pouquinho mais ligada, mais interessada na questão política. É por isso que eu falo que o programa do PCO é diferente do que fazem os demais partidos, que têm uma atuação mais institucional, participar de eleições, estar no parlamento, conquistar cargos no poder executivo, barganhar os interesses de sua linha ideológica. O PCO está na eleição para mostrar a necessidade de mudar o Brasil, de avançar contra as oligarquias e a burguesia que formam o conjunto da direita que precisa ser derrubada, precisa ser derrubada, precisa ser afastada”.

Os dados mostram pela prática o sucesso dessa campanha geral. Na região Norte, por exemplo, o partido lançou candidatos também nas capitais Rio Branco (AC) e Boa Vista (RR), intensificando a campanha em todas as frentes.

Atualmente, o estado do Pará se vê governado por Helder Barbalho (MDB). Com a falência política do PSDB, a burguesia busca emplacar com uma campanha totalmente fraudulenta e manipulada. Assim, o PCO terá um caráter fundamental na organização da classe trabalhadora, sendo o único partido a travar uma séria luta contra o golpe.

Para conhecer mais sobre a candidatura do PCO no Pará e o crescimento do partido na região, assista:

 

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