“Sacoleiras” tentaram impedir que ônibus da Apeoesp fosse para São Bernardo do Campo

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No último dia 6 de abril estava marcada uma assembleia da APEOESP (Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo) para a Praça da República, centro da Capital.

Diante da rejeição, em aberta violação à Constituição Federal, do pedido de Habes Corpus pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 3/04 ao ex-presidente Lula e da decretação ilegal de sua prisão, no dia 5/05, pelo juiz golpista, Sérgio Moro, a diretoria da APEOESP, acertadamente, suspendeu a reunião do Conselho Estadual de Representantes (CER) e d própria Assembleia da categoria e convocou os ativistas a se dirigirem para o ABC, a fim de participarem da luta contra a prisão de Lula.

Os ônibus que iriam para a assembleia, foram direcionados para ir para a sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, para defender o ex-presidente contra essa arbitrariedade político-jurídico.

Em algumas cidades, houve uma reação de setores atrasados da categoria e até mesmo apoiadores do golpe, contra essa medida, com a absurda alegação que os ônibus da APEOESP não poderiam ser desviados de seu “destino” pois isso atrapalharia os que iam à Capital fazer compra Rua Vinte e Cinco de Março e outros lugares em São Paulo.

É preciso denunciar esta conduta reacionária, um absurdo dessas “sacoleiras” que usam as mobilizações do maior sindicato da América Latina para fazer compras.

É importante denunciar também que setores golpista da “esquerda”, como o PSTU e  alguns dos seus satélites da diretoria (da chapa 3, das últimas eleições), alegando razões e convicções políticas também n~]ao participaram da combativa manifestação no ABC, se recusaram a defender Lula e até mesmo defenderam sua prisão. Com o que fizeram coro com as “sacoleiras” e com toda a direita.