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Como a maioria da população é contra a entrega do patrimônio e da tecnologia nacional ao capital estrangeiro,[1] os golpistas buscam arrumar um jeito de convencer as pessoas de que a privatização é um mal necessário e que deve ser feita a todo custo para melhorar a prestação dos serviços públicos.

A tática se repetiu com o apagão da última quarta-feira, dia 21, ocorrido nas regiões Norte e Nordeste do país, quando um disjuntor da subestação do rio Xingu, ligada à usina de Belo Monte/PA, apresentou defeitos graves e ocasionou o desligamento de diversas linhas de transmissão de energia, causando transtornos para 70 milhões de pessoas, com faróis apagados, trânsito caótico, atendimentos médicos e cirurgias canceladas, etc, o que, logicamente, gerou uma indignação generalizada.

O Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) aproveitou a oportunidade para lançar uma nota informando que o equipamento pifado foi produzido, e vem sendo operacionalizado e fiscalizado pelo grupo chinês State Grid, um dos maiores interessados na privatização da Eletrobrás.

Os profissionais alertaram para a importância de se realizar uma avaliação técnica em paralelo, de forma isenta, por um grupo técnico especialmente constituído, para que se apurem as reais causas do apagão e as devidas responsabilidades pelo fato.

Diante das notícias tendenciosas da imprensa golpista, de que o setor energético do país estaria supostamente sendo mal administrado, etc, eles reafirmaram que a “ocorrência poderá servir para nortear as decisões sobre o processo de privatização do grupo Eletrobrás”.

O CNE destacou também que a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) não costuma abrir mão de impor pesadas multas às empresas nacionais, quando eventos dessa natureza acontecem, mas que, neste caso, a informação é de que não haverá multa para o grupo State Grid.

Assim como ocorreu no desastre em Mariana, em Minas Gerias, quando se trata do interesse estrangeiro, as investigações tendem a não dar em nada e ninguém é culpado ou responsabilizado pelos prejuízos à nação.

Com este apagão, os golpistas procuram, na verdade, tirar a credibilidade da produção energética do país, com vistas a entregar a exploração dos recursos naturais do Brasil ao imperialismo, seja ele chinês ou de qualquer outro país.

O CNE chama a atenção para o fato de que a energia elétrica não é mercadoria. Ela envolve toda a soberania nacional, e é um setor estratégico para o desenvolvimento econômico do país, devendo ficar longe dos interesses estrangeiros.

[1] https://datafolha.folha.uol.com.br/opiniaopublica/2017/12/1946110-70-sao-contra-privatizacoes-no-brasil.shtml

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