Pandemia
Autoridades sanitárias da Rússia anunciaram que testes clínicos da vacina do COVID-19 terminaram. A imunidade dos pacientes foi desenvolvida, sem quaisquer efeitos colaterais
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Rússia prestes a anunciar ao mundo a vacina para o coronavírus. | Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Ministro da Saúde da Rússia, Mijaíl Murashko, confirmou neste sábado (01) que a fase de testes clínicos da vacina para o COVID-19 havia sido terminado. A vacina está sendo desenvolvida pelo Centro Nacional de Investigação de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, em conjunto com o Ministério da Defesa.

O medicamento está em processo de registro, e uma vez obtido a certificação, a vacina será administrada à população do país, primeiramente em grupos especiais como professores e médicos. Para o mês de outubro, está prevista a vacinação massiva.

O Ministério da Defesa confirmou que os testes clínicos demonstraram que a imunidade dos pacientes foi desenvolvida, sem quaisquer efeitos colaterais, complicações ou reações indesejadas. O volume de produção poderá chegar a até 10 milhões de doses mensais.

O pioneirismo da Rússia no desenvolvimento da vacina só é possível devido ao forte investimento estatal. O Estado russo assumiu a dianteira e não deixou na mãos dos capitalistas a questão da vacina. Se assim o fosse, seguramente o país não estaria a ponto de oferecer a vacina ao mundo.

Outro tipo de vacina, desenvolvida pelo Centro Estatal de Pesquisas em Virologia e Biotecnologia de Novosibirsk, está em fase de testes clínicos. Foi anunciado por autoridades sanitárias que 17 organizações científicas estão em processo de pesquisa e desenvolvimento de 25 vacinas diferentes contra o COVID-19.

Nos Estados Unidos, a questão da vacina foi deixada nas mãos da iniciativa privada. O que se verifica neste país é que não há qualquer interesse dos capitalistas em atender a população e protegê-la da pandemia. As empresas privadas são monopólios e não estão preocupadas com o problema humanitário e sanitário, mas sim em conseguir patentes para lograr lucros astronômicos com a comercialização do medicamento.

Os países imperialistas atuam para impedir a Rússia de desenvolver a vacina. A ideia é boicotar, pressionar e impedir que um país oprimido pelo imperialismo mundial desenvolva este importante medicamento, uma vez que isso implica na perda do mercado.

A população morre aos milhares todos os dias em virtude de infecção pelo COVID-19. Nos Estados Unidos, são mais de 150 mil mortes e 4 milhões de infectados. No Brasil, um dos epicentros mundiais da doença, as mortes se contam aos milhares todos os dias. Os monopólios preferem assistir à mortandade da população do que perder os lucros, por isso atacam os russos.

O capitalismo em sua fase imperialista é um sistema decadente. As empresas privadas capitalistas buscam manter o controle sobre o mercado mundial, em especial em uma área tão importante como a da tecnologia farmacêutica.

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