Mais um plano de demissão
Mais um plano de demissões na Caixa Econômica Federal com o objetivo de entregar mais um gigantesco patrimônio do povo brasileiro
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atividade na cef da avenida paulista _abertura da agencia sabado dia 18 de fevereiro
para consulta e saque do FGTS inativo
18_02_2017
foto_mauricio morais
Caixa 100% pública | Foto: Reprodução

A direção golpista da Caixa Econômica Federal anunciou, na última segunda-feira, mais um plano de ataques aos trabalhadores e ao único banco 100% público no país. Trata-se de mais um famigerado Plano de Demissão “Voluntário”, onde a empresa pretende jogar no olho da rua mais 7,2 mil pais de famílias.

O presidente golpista da Caixa, Pedro Guimarães, desde que assumiu a direção da empresa, logo após o golpe de Estado que destituiu a presidenta, legitimamente eleita, Dilma Rousseff, que culminou na farsa da eleição presidencial de 2018 que elevou um neoliberal fascista ao poder, vem sistematicamente implementando mediadas no sentido de privatizar o banco. A empresa vem passando por um processo de reestruturação, onde já foram fechadas diversas agências e dependências bancárias, descomissionamento, demissões em massa através de PDV’s (o quadro funcional anteriormente era de 101 mil funcionários e hoje conta com apenas 84 mil) e, além disso, as tentativas de leilão das suas subsidiarias, tais como a Lotex, setor de seguridade, cartões, etc., o próprio Pedro Guimarães já admitiu diversas vezes que não vê problemas na possibilidade da abertura de capital da Caixa.

Agora, com mais esse Plano de Demissão, anunciado pela direção da empresa, é mais um passo no processo de privatização. Com mais esse PDV já são cinco planos de demissão desde o golpe, com o objetivo claro de realizar uma operação de desmonte na empresa, a quarta maior instituição bancário do País.

Os golpistas, subordinados ao imperialismo, têm o objetivo de entregar o banco para os monopólios financeiros estrangeiros, de forma semelhante ao que foi feito na famigerada era FHC quando este deu de presente praticamente todos os bancos estaduais para os banqueiros nacionais e internacionais.

As empresas estatais correm um sério risco de privatização. O governo ilegítimo/fascista de Bolsonaro é um preposto dos banqueiros internacionais, que querem a qualquer custo expropriar, ainda mais, os trabalhadores e toda a população em geral com um objetivo claro de aumentar os seus lucros. A Caixa Econômica Federal é um dos bancos mais importantes do País, responsável por programas sociais e de habitação. Vender o banco significaria acabar com programas e serviços como saneamento básico, financiamento estudantil (Fies), Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida. Ou seja, atingirá negativamente dezenas de milhões de brasileiros.

Contra mais essa medida da direção da empresa, é necessário que as organizações de luta dos bancários preparem imediatamente uma verdadeira mobilização. A política de “pressionar” os banqueiros e o governo Bolsonaro sem mobilizar os trabalhadores é um beco sem saída. Realizar congressos, assembleias da categoria virtuais, ou mesmo com medidas apenas institucionais, em nada afetará a ofensiva reacionária dos patrões. A única medida que os banqueiros entendem é a mobilização nas ruas, através dos seus métodos tradicionais de lutas, greves, ocupações , etc. Organizar a luta unitária de toda a categoria bancária, que vem sofrendo as consequências da ofensiva reacionária dos banqueiros e seus governos através de demissões em massa, conjuntamente com os demais trabalhadores que estão na linha de frente desses mesmos ataques, bem como os servidores públicos, petroleiros, correios, Eletrobrás, etc.

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