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Acompanhe todo os sábados às 11:30 a análise do companheiro Rui Pimenta Costa sobre a situação do Brasil e do mundo semanalmente. Dentre essas análises temos “o mito Mourão” Desde as eleições de 2018 o atual vice-presidente do país o General Mourão vem sendo apresentado como uma figura de boa capacidade argumentativa para a consolidação e aprofundamento do golpe. De patente mais alta, consequentemente um estrategista mais lúcido que o enfermo e grotesco Bolsonaro e sua família de meninões, Mourão é um forte substituto ao cargo máximo do executivo. Se a cartilha imperialista não for cumprida pelo atual chefe de Estado. Os argumentos de Mourão têm o mesmo conteúdo que o de Bolsonaro, mas tentam se mostrar mais polidos ou sofisticados. Enquanto Bolsonaro diz “quilombola não serve nem pra procriar” Mourão afirma que o atraso do brasileiro é culpa da herança da tradição cultural negra e a chama de “malandragem”. Ele tenta fundamentar com mais clareza o fim dos direitos trabalhistas e previdenciários. Sobre a questão de Jean Wyllys e sua desistência ele disse que se sentia preocupado com as ameaças, enquanto Bolsonaro comemorou nas redes sociais a saída do deputado do país. Ambos tem o mesmo projeto: perseguir toda a esquerda e suas entidades de luta, reformar o Estado brasileiro a favor dos grandes capitalistas internacionais, mas mesmo assim tem pessoas e setores da esquerda que caem nesse conto.