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O companheiro Rui Costa Pimenta presidente nacional do PCO partido da causa operária concedeu uma entrevista a TV 247 sobre o risco de mais um golpe militar. Ao contrário do que muitos pensavam, a intervenção militar no Rio de Janeiro não foi uma cartada de Michel Temer, e sim dos próprios militares, uma vez que o regime golpista está perdendo o controle da situação política.

O carnaval acabou se transformando em um imenso palco de protestos em todo o Brasil, especialmente com o grande desempenho da escola de Samba Paraíso do Tuiuti, que fez abertamente um protesto contra o golpe de estado em andamento no Brasil, dai a necessidade de evitar que a situação política no país descambe para um cenário de ebulição. Michel Temer não conseguindo realizar grande parte dos planos dos golpistas e enfrentando uma enorme pressão popular, está prestes a virar uma mera figura decorativa na presidência da república.

A Rede Globo tentou derrubar Michel Temer no ano passado com o apoio da esquerda pequeno burguesa com a finada e famigerada campanha das Diretas Já. Agora a emissora da família Marinho festeja a intervenção militar no Rio de Janeiro sozinha, mostrando que, sendo ela mais profundamente liga aos capitalistas estrangeiros, coloca em ação um plano de demolição da estrutura política que vigora no estado da praia de Ipanema desde os tempos de Leonel Brizola, e que atravessou os anos até chegar aos governos de Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão.

A intervenção militar no Rio de Janeiro é um golpe militar em si. Se os militares irão entregar o poder e reestabelecer a democracia após tudo o que está acontecendo, é algo difícil de saber. Pode ser que aconteça, pode ser que não. A intervenção militar em 2018 não deve ser comparada ao golpe de 1964 e ao da derrubada de Getúlio Vargas em 1950. Naquela ocasião fizeram tudo para não perder o controle da situação, inclusive entregar a presidência para quem foi eleito, no caso Getúlio Vargas.

E o que deve fazer a esquerda em um cenário como esse? Antes de mais nada, tomar um choque de realidade. É preciso ficar bem claro que a burguesia fará de tudo para fazer o caldo não entornar no que diz respeito a insurreição popular, porque ao contrário deles, a direita não é exitante na hora da ação. Para não dizer que são oportunistas e confusos, como no caso de Marina Silva que defendeu abertamente a intervenção militar no Rio de Janeiro com o objetivo de capitalizar em cima de um suposto clamor popular em torno da presença dos militares. Sendo a intervenção algo totalmente anti-democrático, a posição se mostra um enorme risco e praticamente um suícidio político para a presidenta da REDE.

Um exemplo de que os militares tem total controle sobre o estado nesse momento, e que tem uma participação direta no governo Temer, além da presença do General Eichegoien no quadro de ministros, foi o total fracasso na tentativa do governo em privatizar a embraer. Os militares bateram o pé, e Michel Temer não entregou a empresa aos capitalistas estrangeiros.

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