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Rui Costa Pimenta: “é preciso enfrentar a ‘escola com fascismo’”
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Rui Costa Pimenta: “é preciso enfrentar a ‘escola com fascismo’”
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transcrevemos abaixo um trecho da Analise Politica da Semana, no qual o presidente nacional do PCO, Rui Costa Pimenta afirma que e preciso enfrentar a extrema-direita. a Escola Sem partido

MBL foi lá fazer uma política de intimidação nessa escola, na Tijuca, e nós chamamos uma contra-manifestação que foi bem-sucedida. O pessoal do MBL, vendo que tinha resistência, finalmente foi embora, saíram corrido. Foram expulsos. Ai se apresentou um debate sobre qual e maneira de enfrentar a extrema-direita fascista. Um setor minoritário dentro da escola, e uma pessoa falando em nome da Frente Brasil Popular da Tijuca, falou que a maneira de enfrentar era ficar quietinho lá, o reitor chama a policia, a polícia que seriam grandes defensores do povo, espantam a direita e tudo mais. Abriram uma polêmica conosco, falando que era prejudicial o que tínhamos feito e embora as direções da esquerda não falem nada essa e a posição oficial da esquerda, não vamos responder as provocações. Isso significa que as pessoas vão ser intimidadas sem resposta nenhuma. O número de pessoas que estão sendo intimidadas pela direita na rede de ensino, nesse momento no Brasil, já esta na casa dos milhares. Muitos casos não vêm à tona. Você tem um professor, ou uma professora, o cidadão e tímido, vem o MBL e intimida o professor.  E um processo em grande escala no Brasil. O caso MBL não e ocasional, esta caso esta se tornando regra no Brasil. E a politica da esquerda e fazer vista grossa ai isso. Foi isso que foi dito no Colégio Pedro II. A proposta é deixar eles virem, deixar eles intimidarem e não vamos reagir. Vamos mandar os alunos embora e não vamos fazer nada. Essa é a política da esquerda nacional. A esquerda está aterrorizada com a extrema-direita no governo. Falaram que eram uns gatos-pingados, e agora estão com medo dos gatos-pingados que estão no governo. É ate difícil parar para pensar o que eles querem com essa política. Se a gente não fizer nada, o Bolsonaro vai renunciar ao governo, eles vão deixar de atacar os sindicatos, vão deixar de atacar os movimentos sociais. Qual e a explicação, por que não reagir? Um cidadão que polemizou connosco tentou ate esboçar uma explicação, de que a manifestação foi chamada a revelia do comité da escola, bom se comité não faz nada os outros tem o direito de fazer. Se todo mundo não fizer nada, nós do PCO temos que seguir a orientação de não fazer nada? É absurdo. É uma politica de pânico. A esquerda, depois de muita bravata, depois de uma eleição que eles falaram que tinha que votar no Haddad contra o Apocalipse, eles entraram em pânico. A esquerda, por exemplo, apresentou como solução salvadora a eleição, se você ganha a eleição o fascismo não vem. Como se fosse um vampiro que tem medo da cruz. O que aconteceu é que os vampiros tomaram a cruz e agora estão batendo com a cruz na cabeça de todo mundo. Ficou uma coisa estranha e eles não têm uma feitiçaria, a única feitiçaria foi o que o Haddad disse no final da eleição, ‘vamos esperar até 2022’. Todo mundo olhou e falou ‘nossa, são quatro anos’. Até lá os professores vão ter que dar aula com uma cartilha escrita pelo Olavo de Carvalho“.

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