Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit

Após a ação ilegal, brutal e fascista da Brigada Militar do Rio Grande do Sul contra os índios Kaingang, em Passo Fundo, o procurador-geral do Estado do Rio Grande do Sul, o golpista Rodinei Candeia, saiu em defesa do espancamento e ainda atacou a Fundação Nacional do Índio e as políticas de apoio do governo anterior.

O procurador golpista explicou que a ação da Brigada Militar em impedir a instalação de indígenas foi correta e defendeu um patrimônio público.

Candeia revelou que a situação de conflitos com índios foi criada em 2014, foram trazidos por funcionários do Estado do governo Tarso, para ocupar o que restou do prédio da CEASA, que estava abandonado.

Atacou ainda as políticas sociais para tirar os indígenas da situação de extrema miséria e de doenças, pois o governo petista e a Funai forneceu “água, em forma de reservatórios, madeira, brasilite e outras estruturas”.

Para o procurador público é um absurdo tratar os indígenas como pessoas e combater a miséria e pobreza de um povo que está há anos lutando por direitos e por sua terra, que foi roubada por diversos governos ligados aos latifundiários.

Um serviçal dos latifundiários e da direita para combater os povos indígenas

O procurador Rodnei sempre atuou atacando os povos indígenas e seu direito a terra. Em nome da defesa da propriedade atacou servidores da Funai, perseguiu duramente lideranças indígenas e as terras a serem demarcadas. É um ativista da propaganda anti-indígena que fomenta a classe média e os latifundiários a atacarem os indígenas, fazendo interpretações absurdas da lei e com diversas arbitrariedades que somente aumentam os conflitos.

A defesa dos latifundiários e atacar os povos indígenas vêm de longe e não é de se estranhar as ligações a bancada ruralista, especialmente com dois deputados gaúchos Luiz Carlos Heinze (PP) e Alceu Moreira (PMDB).

Está de dezembro de 2015 auxiliando a absurda Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a atuação da Funai e do Incra na demarcação de terras indígenas e quilombolas. A CPI teve uma clara intenção de paralisar os processos demarcatórios, perseguindo e intimidando pessoas e funcionários da Funai, Ministério da Justiça e de entidades de apoio.

É tão capacho dos latifundiários que chegou a ser cogitado para substituir o presidente golpista da Funai, Antônio Costa, no ano passado.

Esse tipo de comportamento realizar inúmeras arbitrariedades em defesa dos latifundiários e a burguesia, na qual o procurador Rodnei Candeia sempre procurou colocar em prática, está se tornando corriqueiro após o golpe de estado em 2016. O golpe está permitindo esse comportamento em todas as frentes do executivo, legislativo e judiciário.

O golpe estimulou o que há de pior na direita reacionária e fascistóide, como o comportamento do procurador e da ação da Brigada Militar do Rio Grande do Sul. Esse comportamento deve ser combatido duramente e só se encerrar através da derrota do golpe.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas