Não ao retorno às aulas!
A crise do capitalismo está forçando os lacaios da burguesia de adotarem a política genocida do retorno às aulas. É preciso intensificar as mobilizações contra o retorno às aulas!
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Sindicato dos professores estaduais do Rio Grande do Sul mobilizados contra o retorno às aulas. | Foto: Reprodução.

O governador golpista do PSDB, Eduardo Leite, sob ordens do imperialismo, autorizou que as escolas dos ensinos médio e técnico do Rio Grande do Sul, desde 20 de outubro, possam ser reabertas para as aulas presenciais. O governador assassino usa a justificativa de que haja “protocolos de segurança” em que nem sequer há vacinas e tampouco testes em massa. O único protocolo que este psicopata está seguindo é o protocolo do dinheiro, pois sabe-se muito bem que retornando às aulas, haverá mais movimentação na economia, como uso de transportes públicos e privados, compras de materiais escolares, assim dentre outros.

No primeiro momento, apenas uma escola retornou as suas aulas, com a presença de apenas 12 estudantes, no total de mais de 500 alunos, segundo a filial da Globo golpista, rbstv. Esta ausência demonstra o quanto que não somente a juventude, mas os parentes operários não estão dispostos a sacrificar seus entes e tampouco a si mesmos. É notório, portanto, para a população, de que somente haverá retorno às aulas com o fim da pandemia e com a vacina.

Nem sequer o próprio governador Eduardo Leite (PSDB) financia eficientemente os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual). Isto porque as próprias diretoras, entrevistadas pela imprensa monopolista, denunciaram que o governador golpista que dizia ter financiado mais de 250 milhões nestes equipamentos ainda nem chegaram para as escolas. Vemos aí o quanto que o estado capitalista está falido. Isto pois ao mesmo tempo em que precisa urgentemente de aplicar essa política genocida, que se for aplicada a risca, aumentará muito mais os casos de morte da covid-19, sequer tem a estrutura financeira para receber os estudantes. É uma política verdadeiramente terrorista que não deve ser aceitada pelos estudantes.

Apesar de haver muita resistência da maioria da diretoria das escolas, por conta da falta de EPIs e até mesmo da atuação da CPERS (Sindicato dos professores da rede estadual de Rio Grande do Sul), será preciso uma ampla unidade da juventude para se mobilizarem juntamente com o sindicato e diretores, com uma política combativa para impedir que todas as escolas retornem. A única linguagem que os governos capitalistas entendem é a linguagem da força. Se não houver mobilização real, nas ruas, o Bolsoleite irá pressionar cada vez mais, pois a política no momento dessa reabertura, é orientada pelo General Mourão, quando ele disse “aproximações sucessivas”. E, portanto, é preciso barrar essa aproximação com as palavras-de-ordem Fora Bolsoleite, Fora Bolsonaro!

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