Solidariedade
Força-tarefa pretende “doar” montante expropriado de perseguidos políticos
RIO DE JANEIRO,RJ,18.05.2017:OPERAÇÃO-LAVA-JATO-PF - Movimentação na sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro (RJ), durante operação da força-tarefa da Lava Jato, deflagrada na manhã desta quinta-feira (18). A operação teria tido início após a delação do dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, que entregou à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma gravação do senador Aécio Neves pedindo a ele R$ 2 milhões. (Foto: jose lucena/Futura Press/Folhapress)
Polícia Federal em ação | Foto: José Lucena/Folhapress
RIO DE JANEIRO,RJ,18.05.2017:OPERAÇÃO-LAVA-JATO-PF - Movimentação na sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro (RJ), durante operação da força-tarefa da Lava Jato, deflagrada na manhã desta quinta-feira (18). A operação teria tido início após a delação do dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, que entregou à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma gravação do senador Aécio Neves pedindo a ele R$ 2 milhões. (Foto: jose lucena/Futura Press/Folhapress)
Polícia Federal em ação | Foto: José Lucena/Folhapress

De acordo com informação divulgada nesta quinta-feira (28) pela Procuradoria da República no Rio de Janeiro, a força-tarefa da Lava-Jato no Rio de Janeiro, comandada pelo vigarista Marcelo Bretas, quer destinar mais de R$550 milhões “recuperados” pela operação para a compra de vacinas contra o coronavírus. Trata-se, obviamente, de mais uma farsa grotesca e um aceno demagógico da força-tarefa.

Os R$550 milhões não são seus, mas sim o produto de um roubo monumental aplicado contra centenas de perseguidos políticos. A Lava-Jato não dará um único centavo seu, mas sim o que expropriou de seus processos fraudulentos. A pretensa “solidariedade” é apenas uma tentativa da força-tarefa, praticamente liquidada por sua desmoralização, recuperar um pouco de sua popularidade.

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