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Música
Rock progressivo perde o mago das baquetas, Neil Peart
Neil criou um novo conceito no modo de tocar bateria, com ênfase na composição técnica, combinando música erudita, jazz e rock
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Música
Rock progressivo perde o mago das baquetas, Neil Peart
Neil criou um novo conceito no modo de tocar bateria, com ênfase na composição técnica, combinando música erudita, jazz e rock
Foto: Adrian Berg
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Foto: Adrian Berg

Na última terça-feira, dia 7, morreu um dos maiores bateristas de todos os tempos, Neil Peart do Rush, com 67 anos em função de um câncer no cérebro.

No comando da bateria do Rush desde 1974, poucos anos após sua formação original em 1968, Neil contribuiu de forma decisiva no aprimoramento técnico das canções da banda, devido ao seu profissionalismo nos instrumentos de percussão e sua paixão por literatura. Questões relacionadas à natureza humana, ficção científica e fantasia foram temas recorrentes em suas composições.

Neil sofreu influência de outros grandes bateristas, como Carl Palmer, do power trio progressivo Emerson, Lake & Palmer; Keith Moon, do The Who; e Buddy Rich, e introduziu um novo conceito no modo de tocar bateria, com ênfase na composição prévia e meticulosa, combinando música erudita, jazz e rock.

O resultado disso foram arranjos melódicos e harmônicos extremamente técnicos ao longo de toda a sua carreira como baterista do Rush.

Contando com mais ou menos 40 anos de existência, a banda encerrou suas atividades em meados de 2018.

A sensibilidade e o estilo peculiar de Neil podem ser confirmados nas músicas a seguir: