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Em mais uma continuidade da ocupação militar no Rio Grande do Norte, a primeira reunião entre o governo do Estado e os representantes dos policiais terminou sem resolução. A manobra política para seguir com o laboratório de golpe militar se deu com a ausência do próprio governador, Robinson Faria (PSD), na mesa de negociação.

A segurança de todo estado do Rio Grande do Norte está, nesse momento, nas mãos de 2.800 integrantes das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança Pública. Ou seja, o patrulhamento das ruas está sendo feito, em quase sua totalidade, por homens treinados para matar com fuzis de alto calibre em suas mãos. Armas que podem perfurar facilmente os muros e paredes da casa de qualquer trabalhador.

Em mais essa ação preparatória para uma intervenção militar geral, o governo golpista, os policiais e o exército atuam de modo sincronizado para apoiar esse tipo de política. Os militares seguem com suas GLOs, ações que segundo eles são para “garantia da lei e da ordem”, mas que na verdade não garantem absolutamente nada, senão uma perseguição ainda mais brutal da classe trabalhadora.

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